segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
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terça-feira, 20 de abril de 2010
cuidados con cavalos que tiram ferias
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Cuidados com os cavalos que estão de férias
Atualmente, devido ao grande esforço despendido pelos cavalos atletas, durante o ano esportivo, tanto nos treinos como em provas dos mais variados tipos, é necessário um período de descanso para que se recupere, tanto psicologicamente como fisicamente.Assim a maioria dos cavalos de nossa raça passam parte de dezembro, janeiro e até mesmo fevereiro, soltos em haras e piquetes.No entanto, se enganam aqueles que entendem férias como um período que o animal não necessite de cuidados. Ao contrário, é uma fase que o cavalo precisa de cuidados intensivos para que, quando retornar ao esporte, se apresente em condições para exercer esforços físicos.Já imaginou um animal sair de férias e retornar ao treinamento 100kg mais leve ou mais pesado, ou ainda com algum ferimento no corpo ou cascos em péssimas condições.A matéria a seguir, trata de alguns assuntos relacionados com esse período crítico na vida do cavalo.A partir do momento em que retiramos um animal de presa e fuga como o cavalo de seu habitat e o colocamos entre quatro paredes, ou entre cercas, estamos correndo o risco de ter todo tipo de acidentes por estar mudando a natureza do animal. Lembre-se de que o que você considera bom para seu cavalo e para você podem não ter a mesma interpretação pelo próprio cavalo, e que cavalos jovens são mais espirituosos e assustados, sendo portanto muito mais propensos a causarem acidentes. Costumo dizer que quem gosta de luxo é o proprietário e não o cavalo, pois o animal necessita de alguns cuidados como boa cama, alimentação e cuidados com manejo diário e não de construções maravilhosas sem um bom manejo.
A ESCOLHA
Final do ano é aquela correria: já competimos nas provas de encerramento da temporada, terminam as aulas, temos as festas de encerramento de ano, começa o verão com aquele calor...Sendo assim, ocorre um verdadeiro êxodo de animais dos centros de treinamentos, para qualquer lugar que o proprietário encontre para soltá-lo assim que termina a última prova do ano.As razões para isso são várias; descansar o cavalo de uma temporada estressante, viagem dos proprietários, contenção de gastos com treinamento caro, o calor e a poeira que nessa época deixam o nosso esporte menos agradável, etc.É importante que seja escolhido um local apropriado para que os cavalos não sofram alteração muito significativa, durante esse processo, já que o colocamos de férias para que melhore suas condições, tanto psicológicas como físicas, e para tanto é necessário que haja boas condições de cocheiras e piquetes.Isto para prevenir alguns problemas que podem acontecer: desde acidentes nos piquetes, pelo fato de os animais não estarem acostumados a serem soltos e saírem correndo descontrolados (esse comportamento normalmente acaba depois de uns 3-4 dias); ou por colocação de animais desconhecidos juntos; até problemas digestivos em função da troca da alimentação, que alguns estabelecimentos de pensionato promovem para facilitar o trato da grande quantidade de animais de diferentes origens que chegam para o verão.
TRANSPORTE
Para aqueles animais que estão alojados em centros de treinamento e descansam em haras ou na propriedade de seu dono, no transporte são necessários os mesmos cuidados utilizados durante as provas, como o uso de protetores (de membros e de rabo), exames de anemia infecciosa eqüina e guia de trânsito animal, assim como é importante a escolha de meio de transporte adequado e seguro.Na bagagem, ainda não devemos esquecer os suplementos que o cavalo está utilizando, além de protetores, ligas de descanso e trabalho, capas e demais acessórios usados pelo animal.
PREVINA-SE
Devemos lembrar que 90% dos cavalos estabulados morrem de duas causas: cólicas e acidentes. Dentro desses 90%, 60% são acidentes e o resto é cólica, que não deixa de ser outro tipo de erro de manejo.Aplique em seu cavalo um vermífugo de qualidade no período necessário, uma vez que seguramente ele irá adquirir algum tipo de verminose na pastagem, especialmente em pastagens coletivas.Cheque os dentes de seu animal para evitar atrasos no trabalho por conta de pontas, rampas ou outros problemas dentários.Revise muito bem com seu ferreiro os quatro cascos de seu cavalo, para vocês avaliarem as condições dos cascos e como seu cavalo poderá ser referrado no descanso e no início do trabalho. Muitas vezes os cascos se quebram e só retomam o formato ideal após dois ou três ferrageamentos. Leve isso em conta quando começar a exigir de seu animal um trabalho mais forte.Os animais em férias ficam normalmente soltos durante grande parte do dia. Para que esse manejo tenha sucesso, os piquetes e as cocheiras utilizadas têm de ter condições mínimas e pasto de boa qualidade, para que ele não sofra conseqüências de acidentes ocorridos nestes locais, assim como não perca condições corpórea para prática de exercícios exigidos.O fato de ficar em piquetes faz muito bem aos cavalos, tanto no alívio de estresse, quanto no trabalho muscular que realiza quando o caminha e pasta, já que o cavalo foi feito para pastar no nível do solo, alongando a musculatura de seu pescoço e coluna.Em alguns haras, são utilizadas espécies tóxicas (muitas flores ornamentais comuns são bastante tóxicas para cavalos, como azaléia, lírios, bico de papagaio, lantana, samambaias e alguns tipos de cedros), plantadas em locais de acesso do cavalo, como cocheiras e piquete.A observação diária das cercas por um responsável é imprescindível em um haras. Fios de arame soltos e ripas quebradas podem inutilizar um animal ou acidentá-lo gravemente. Retire galhos caídos e raízes altas de dentro do piquete. Cavalos se machucam nos locais mais improváveis. Cuidado com comedouros de fibra, que se quebram facilmente em lascas cortantes. Retire sacos plásticos ou de ração dos piquetes. Esses, algumas vezes, são carregados pelo vento e podem ser ingeridos por cavalos curiosos.É importante que o animal seja vistoriado durante várias vezes ao dia e ainda no período noturno, para que você não seja surpreendido com notícias do tipo: “seu animal amanheceu morto, por um quadro de cólica ocorrida durante a noite”. Durante a escovação, que deve continuar sendo realizada todo dia, os membros , além de todas outras partes do cavalo, são vistoriadas para que algum problema seja tratado com antecedência e não no período de volta ao trabalho.Cavalos que ficam soltos em regiões de muita chuva podem desenvolver um tipo de apodrecimento da pelagem das costas com descamação da pele e alguma coceira.Cavalos com grande área de pele cor de rosa, encontrada sob os pelos brancos nas marcações de face e no corpo , têm grande possibilidade de sofrerem queimaduras solares nesses locais quando expostos ao sol forte do verão (fotosensibilização). Esses locais ficam bastante sensíveis e doloridos e muitas vezes o cavalo reage à escovação e colocação de arreamentos.A drenagem do piso deve ser eficiente e a cama utilizada deve ser de qualidade e revisada diariamente para evitar problemas nos cascos e pneumonias.Problemas relacionados com cascos de animais são comuns, devendo-se tomar devidos cuidados, já que a ausência de trabalho não tem relação com a diminuição de cuidados com a saúde dos cascos, que devem ser limpos diariamente, além de não se deixar acumular umidade e serem ferrados regularmente, com os mesmos cuidados utilizados durante o treinamento.Cavalos com problemas relacionados com tendões ou articulações devem ter atenção redobrada, sendo que alguns podem ser soltos com ligas de proteção, assim como podemos tratá-los antes deste período (algumas infiltrações ou até tratamentos articulares ou de tendíneos obtêm mais sucesso quando passam por um período de descanso após o tratamento).As cólicas são comuns nesta época do ano e são relacionadas tanto com a alteração da temperatura, como pela ausência de trabalho do cavalo. Para prevenir este tipo de ocorrência, devemos diminuir a quantidade de concentrado e aumentar a quantidade de volumoso, lembrando sempre que a qualidade desses alimentos não pode ser alterada.Aproveite essa época para refazer todas as vacinações, que algumas vezes dão algum tipo de reação, o que poderia atrapalhar em épocas de competiçãoESTEJA PREPARADOÀs vezes, mesmo com todos os cuidados, acidentes acontecem e essa não é a melhor hora para tentar descobrir, em pleno domingo à noite, o telefone do amigo do primo do dono do caminhão de transporte. Se organize. Tenha com você e à mão da pessoa que está cuidando de seus animais telefones de pelo menos 3 veterinários de sua confiança, de vários donos de caminhão de transporte e de farmácias 24 horas da região. Mantenha um kit de primeiros socorros em local que os atendentes tenham acesso. Não podemos esquecer que os animais devem viajar com algumas anotações a seu respeito, como por exemplo, data de vacinações e da última vermifugação, não podendo esquecer que durante as férias o animal ainda deve ser vermifugado normalmente.Quanto à alimentação, a ração do cavalo deve continuar a mesma já que a sua alteração pode causar vários prejuízos ao animal, levando algumas vezes à morte. Da mesma forma, estes animais devem se alimentar no mesmo horário de costume, com a quantidade levemente diminuída, para que não ocorram casos de cólicas.Além destas informações, deve ser relacionada algumas afecções importantes, como por exemplo animais que apresentam gastrite ou úlceras gástricas e é imprescindível o telefone do médico veterinário, para que seja acionado assim que alguma ocorrência acontecer.
TRATAMENTOS
Essa é uma boa época para iniciar o tratamento de certas afecções que necessitam de algum tempo de recuperação, como alguma cirurgia, ou até mesmo infiltrações, que aproveitarão o tempo que o animal ficará em repouso para recuperação do processo. Dessa forma, o animal não precisa ficar sem treinamento ou até se ausentar de provas importantes para não trabalhar pelo período estabelecido pelo veterinário. Podemos incluir neste item castrações, artroscopias, infiltrações, tratamentos dentários, entre outros.
A VOLTA :Se seu animal sobreviveu bem a todos os riscos inerentes à soltura em pastos de um cavalo atleta que passou todo o ano estressado dentro de uma baia no centro de treinamento, está chegando a hora de voltar ao trabalho!!!Quais são os cuidados que devemos tomar para que nossos cavalos, já com a mente mais arejada e a musculatura relaxada, possam voltar a trabalhar, competir e manterem o pique de performance durante essa nova temporada? A metodologia de retorno ao trabalho é um fator muito importante para a manutenção do rendimento de seu cavalo pelo ano inteiro, além de se definir um calendário de provas durante o ano, que não exija além do limiar atlético do cavalo.Normalmente os pequenos problemas físicos que a maioria dos cavalos atletas possuem melhoram bastante após esse período de repouso. O que não quer dizer que tenham desaparecido. Uma boa avaliação física do animal por seu veterinário, com relação aos problemas conhecidos e um simples exame de hemograma para avaliação e detecção de qualquer alteração, antes de voltar ao trabalho, são uma ótima idéia.Aplique em seu cavalo um vermífugo de qualidade assim que ele chegar ao centro de treinamento, uma vez que seguramente ele adquiriu algum tipo de verminose na pastagem, especialmente nas coletivas. Observar se não há presença de carrapatos, que devem ser eliminados de pronto, e atentar para doenças causadas por hemoparasitas, como a babesiose. Os lugares de eleição são dentro das orelhas, na base das crinas, axilas e parte interna da coxa.Com relação ao estado corpóreo do cavalo, podem acontecer 3 opções:- o cavalo voltou com o mesmo peso que saiu- o cavalo voltou mais magro do que saiu - o cavalo voltou mais gordo do que saiuDificilmente ele volta com a mesma condição física com que saiu, porque sem o exercício ele tende a perder massa muscular e a parecer mais magro. Se estiver um pouco mais “fino” do que quando saiu, seria a condição ideal para o retorno ao trabalho. Em pouco tempo a musculatura vai recobrar a força e o volume e o cavalo não vai carregar peso extra nos ossos e articulações durante seu recondicionamento.Se estiver muito magro, tome cuidado para não exagerar na alimentação e suplementos mirabolantes, no afã de engordar o cavalo rapidamente. Provavelmente você vai causar algum tipo de problema digestivo como cólicas ou diarréias e sobrecarregar o fígado desse cavalo com excesso protéico, o que é muito prejudicial.A primeira coisa é planejar com antecedência a data da primeira prova que se quer entrar e trazer o cavalo com tempo suficiente para um mínimo de condicionamento. É claro que para um cavalo treinado voltar ao serviço é como andar de bicicleta. Ele não esqueceu e provavelmente vai atender o cavaleiro em 90% das ordens. Aí que mora o perigo, porque o cavaleiro fica animado em e passa do giro, correndo o risco de machucar seu cavalo logo de início.O ideal é trazer o cavalo no mínimo cinco semanas antes das provas de início de temporada que normalmente são mais leves, competir em uma categoria inferior e trabalhar em um esquema de recondicionamento atlético.Assim, o retorno ao trabalho pode ser dividido em duas fases: fase básica: condicionamento cardiovascularfase específica: treinamento dos requerimentos específicos de cada disciplina (tambor, baliza, laço, rédeas, etc...)Portanto, é importante lembrarmos que para que haja sucesso no período de férias, são necessários alguns cuidados básicos para mantermos a forma física de nossos atletas no início do ano.
LEGENDAS:
1) e 1A) Após o grande esforço despendido pelos cavalos atletas, durante o ano esportivo, é necessário um período de descanso2) Revise bem com seu ferreiro os quatro cascos de seu cavalo3) A observação diária das cercas por um responsável é imprescindível em um haras
Fotos: Marcelo Pernice/Arquivo ABQMPor: dr. Hélio Itapema Cardoso e dr. Rodrigo Rossi
* Hélio Itapema e Rodrigo Rossi, médicos veterinários da Clínica de Eqüinos Itapema & Rossi, credenciados pela Federação Paulista de Hipismo. Outras informações: (11) 9528-1710/8225-9791.
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Cuidados com os cavalos que estão de férias
Atualmente, devido ao grande esforço despendido pelos cavalos atletas, durante o ano esportivo, tanto nos treinos como em provas dos mais variados tipos, é necessário um período de descanso para que se recupere, tanto psicologicamente como fisicamente.Assim a maioria dos cavalos de nossa raça passam parte de dezembro, janeiro e até mesmo fevereiro, soltos em haras e piquetes.No entanto, se enganam aqueles que entendem férias como um período que o animal não necessite de cuidados. Ao contrário, é uma fase que o cavalo precisa de cuidados intensivos para que, quando retornar ao esporte, se apresente em condições para exercer esforços físicos.Já imaginou um animal sair de férias e retornar ao treinamento 100kg mais leve ou mais pesado, ou ainda com algum ferimento no corpo ou cascos em péssimas condições.A matéria a seguir, trata de alguns assuntos relacionados com esse período crítico na vida do cavalo.A partir do momento em que retiramos um animal de presa e fuga como o cavalo de seu habitat e o colocamos entre quatro paredes, ou entre cercas, estamos correndo o risco de ter todo tipo de acidentes por estar mudando a natureza do animal. Lembre-se de que o que você considera bom para seu cavalo e para você podem não ter a mesma interpretação pelo próprio cavalo, e que cavalos jovens são mais espirituosos e assustados, sendo portanto muito mais propensos a causarem acidentes. Costumo dizer que quem gosta de luxo é o proprietário e não o cavalo, pois o animal necessita de alguns cuidados como boa cama, alimentação e cuidados com manejo diário e não de construções maravilhosas sem um bom manejo.
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Final do ano é aquela correria: já competimos nas provas de encerramento da temporada, terminam as aulas, temos as festas de encerramento de ano, começa o verão com aquele calor...Sendo assim, ocorre um verdadeiro êxodo de animais dos centros de treinamentos, para qualquer lugar que o proprietário encontre para soltá-lo assim que termina a última prova do ano.As razões para isso são várias; descansar o cavalo de uma temporada estressante, viagem dos proprietários, contenção de gastos com treinamento caro, o calor e a poeira que nessa época deixam o nosso esporte menos agradável, etc.É importante que seja escolhido um local apropriado para que os cavalos não sofram alteração muito significativa, durante esse processo, já que o colocamos de férias para que melhore suas condições, tanto psicológicas como físicas, e para tanto é necessário que haja boas condições de cocheiras e piquetes.Isto para prevenir alguns problemas que podem acontecer: desde acidentes nos piquetes, pelo fato de os animais não estarem acostumados a serem soltos e saírem correndo descontrolados (esse comportamento normalmente acaba depois de uns 3-4 dias); ou por colocação de animais desconhecidos juntos; até problemas digestivos em função da troca da alimentação, que alguns estabelecimentos de pensionato promovem para facilitar o trato da grande quantidade de animais de diferentes origens que chegam para o verão.
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Para aqueles animais que estão alojados em centros de treinamento e descansam em haras ou na propriedade de seu dono, no transporte são necessários os mesmos cuidados utilizados durante as provas, como o uso de protetores (de membros e de rabo), exames de anemia infecciosa eqüina e guia de trânsito animal, assim como é importante a escolha de meio de transporte adequado e seguro.Na bagagem, ainda não devemos esquecer os suplementos que o cavalo está utilizando, além de protetores, ligas de descanso e trabalho, capas e demais acessórios usados pelo animal.
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Devemos lembrar que 90% dos cavalos estabulados morrem de duas causas: cólicas e acidentes. Dentro desses 90%, 60% são acidentes e o resto é cólica, que não deixa de ser outro tipo de erro de manejo.Aplique em seu cavalo um vermífugo de qualidade no período necessário, uma vez que seguramente ele irá adquirir algum tipo de verminose na pastagem, especialmente em pastagens coletivas.Cheque os dentes de seu animal para evitar atrasos no trabalho por conta de pontas, rampas ou outros problemas dentários.Revise muito bem com seu ferreiro os quatro cascos de seu cavalo, para vocês avaliarem as condições dos cascos e como seu cavalo poderá ser referrado no descanso e no início do trabalho. Muitas vezes os cascos se quebram e só retomam o formato ideal após dois ou três ferrageamentos. Leve isso em conta quando começar a exigir de seu animal um trabalho mais forte.Os animais em férias ficam normalmente soltos durante grande parte do dia. Para que esse manejo tenha sucesso, os piquetes e as cocheiras utilizadas têm de ter condições mínimas e pasto de boa qualidade, para que ele não sofra conseqüências de acidentes ocorridos nestes locais, assim como não perca condições corpórea para prática de exercícios exigidos.O fato de ficar em piquetes faz muito bem aos cavalos, tanto no alívio de estresse, quanto no trabalho muscular que realiza quando o caminha e pasta, já que o cavalo foi feito para pastar no nível do solo, alongando a musculatura de seu pescoço e coluna.Em alguns haras, são utilizadas espécies tóxicas (muitas flores ornamentais comuns são bastante tóxicas para cavalos, como azaléia, lírios, bico de papagaio, lantana, samambaias e alguns tipos de cedros), plantadas em locais de acesso do cavalo, como cocheiras e piquete.A observação diária das cercas por um responsável é imprescindível em um haras. Fios de arame soltos e ripas quebradas podem inutilizar um animal ou acidentá-lo gravemente. Retire galhos caídos e raízes altas de dentro do piquete. Cavalos se machucam nos locais mais improváveis. Cuidado com comedouros de fibra, que se quebram facilmente em lascas cortantes. Retire sacos plásticos ou de ração dos piquetes. Esses, algumas vezes, são carregados pelo vento e podem ser ingeridos por cavalos curiosos.É importante que o animal seja vistoriado durante várias vezes ao dia e ainda no período noturno, para que você não seja surpreendido com notícias do tipo: “seu animal amanheceu morto, por um quadro de cólica ocorrida durante a noite”. Durante a escovação, que deve continuar sendo realizada todo dia, os membros , além de todas outras partes do cavalo, são vistoriadas para que algum problema seja tratado com antecedência e não no período de volta ao trabalho.Cavalos que ficam soltos em regiões de muita chuva podem desenvolver um tipo de apodrecimento da pelagem das costas com descamação da pele e alguma coceira.Cavalos com grande área de pele cor de rosa, encontrada sob os pelos brancos nas marcações de face e no corpo , têm grande possibilidade de sofrerem queimaduras solares nesses locais quando expostos ao sol forte do verão (fotosensibilização). Esses locais ficam bastante sensíveis e doloridos e muitas vezes o cavalo reage à escovação e colocação de arreamentos.A drenagem do piso deve ser eficiente e a cama utilizada deve ser de qualidade e revisada diariamente para evitar problemas nos cascos e pneumonias.Problemas relacionados com cascos de animais são comuns, devendo-se tomar devidos cuidados, já que a ausência de trabalho não tem relação com a diminuição de cuidados com a saúde dos cascos, que devem ser limpos diariamente, além de não se deixar acumular umidade e serem ferrados regularmente, com os mesmos cuidados utilizados durante o treinamento.Cavalos com problemas relacionados com tendões ou articulações devem ter atenção redobrada, sendo que alguns podem ser soltos com ligas de proteção, assim como podemos tratá-los antes deste período (algumas infiltrações ou até tratamentos articulares ou de tendíneos obtêm mais sucesso quando passam por um período de descanso após o tratamento).As cólicas são comuns nesta época do ano e são relacionadas tanto com a alteração da temperatura, como pela ausência de trabalho do cavalo. Para prevenir este tipo de ocorrência, devemos diminuir a quantidade de concentrado e aumentar a quantidade de volumoso, lembrando sempre que a qualidade desses alimentos não pode ser alterada.Aproveite essa época para refazer todas as vacinações, que algumas vezes dão algum tipo de reação, o que poderia atrapalhar em épocas de competiçãoESTEJA PREPARADOÀs vezes, mesmo com todos os cuidados, acidentes acontecem e essa não é a melhor hora para tentar descobrir, em pleno domingo à noite, o telefone do amigo do primo do dono do caminhão de transporte. Se organize. Tenha com você e à mão da pessoa que está cuidando de seus animais telefones de pelo menos 3 veterinários de sua confiança, de vários donos de caminhão de transporte e de farmácias 24 horas da região. Mantenha um kit de primeiros socorros em local que os atendentes tenham acesso. Não podemos esquecer que os animais devem viajar com algumas anotações a seu respeito, como por exemplo, data de vacinações e da última vermifugação, não podendo esquecer que durante as férias o animal ainda deve ser vermifugado normalmente.Quanto à alimentação, a ração do cavalo deve continuar a mesma já que a sua alteração pode causar vários prejuízos ao animal, levando algumas vezes à morte. Da mesma forma, estes animais devem se alimentar no mesmo horário de costume, com a quantidade levemente diminuída, para que não ocorram casos de cólicas.Além destas informações, deve ser relacionada algumas afecções importantes, como por exemplo animais que apresentam gastrite ou úlceras gástricas e é imprescindível o telefone do médico veterinário, para que seja acionado assim que alguma ocorrência acontecer.
TRATAMENTOS
Essa é uma boa época para iniciar o tratamento de certas afecções que necessitam de algum tempo de recuperação, como alguma cirurgia, ou até mesmo infiltrações, que aproveitarão o tempo que o animal ficará em repouso para recuperação do processo. Dessa forma, o animal não precisa ficar sem treinamento ou até se ausentar de provas importantes para não trabalhar pelo período estabelecido pelo veterinário. Podemos incluir neste item castrações, artroscopias, infiltrações, tratamentos dentários, entre outros.
A VOLTA :Se seu animal sobreviveu bem a todos os riscos inerentes à soltura em pastos de um cavalo atleta que passou todo o ano estressado dentro de uma baia no centro de treinamento, está chegando a hora de voltar ao trabalho!!!Quais são os cuidados que devemos tomar para que nossos cavalos, já com a mente mais arejada e a musculatura relaxada, possam voltar a trabalhar, competir e manterem o pique de performance durante essa nova temporada? A metodologia de retorno ao trabalho é um fator muito importante para a manutenção do rendimento de seu cavalo pelo ano inteiro, além de se definir um calendário de provas durante o ano, que não exija além do limiar atlético do cavalo.Normalmente os pequenos problemas físicos que a maioria dos cavalos atletas possuem melhoram bastante após esse período de repouso. O que não quer dizer que tenham desaparecido. Uma boa avaliação física do animal por seu veterinário, com relação aos problemas conhecidos e um simples exame de hemograma para avaliação e detecção de qualquer alteração, antes de voltar ao trabalho, são uma ótima idéia.Aplique em seu cavalo um vermífugo de qualidade assim que ele chegar ao centro de treinamento, uma vez que seguramente ele adquiriu algum tipo de verminose na pastagem, especialmente nas coletivas. Observar se não há presença de carrapatos, que devem ser eliminados de pronto, e atentar para doenças causadas por hemoparasitas, como a babesiose. Os lugares de eleição são dentro das orelhas, na base das crinas, axilas e parte interna da coxa.Com relação ao estado corpóreo do cavalo, podem acontecer 3 opções:- o cavalo voltou com o mesmo peso que saiu- o cavalo voltou mais magro do que saiu - o cavalo voltou mais gordo do que saiuDificilmente ele volta com a mesma condição física com que saiu, porque sem o exercício ele tende a perder massa muscular e a parecer mais magro. Se estiver um pouco mais “fino” do que quando saiu, seria a condição ideal para o retorno ao trabalho. Em pouco tempo a musculatura vai recobrar a força e o volume e o cavalo não vai carregar peso extra nos ossos e articulações durante seu recondicionamento.Se estiver muito magro, tome cuidado para não exagerar na alimentação e suplementos mirabolantes, no afã de engordar o cavalo rapidamente. Provavelmente você vai causar algum tipo de problema digestivo como cólicas ou diarréias e sobrecarregar o fígado desse cavalo com excesso protéico, o que é muito prejudicial.A primeira coisa é planejar com antecedência a data da primeira prova que se quer entrar e trazer o cavalo com tempo suficiente para um mínimo de condicionamento. É claro que para um cavalo treinado voltar ao serviço é como andar de bicicleta. Ele não esqueceu e provavelmente vai atender o cavaleiro em 90% das ordens. Aí que mora o perigo, porque o cavaleiro fica animado em e passa do giro, correndo o risco de machucar seu cavalo logo de início.O ideal é trazer o cavalo no mínimo cinco semanas antes das provas de início de temporada que normalmente são mais leves, competir em uma categoria inferior e trabalhar em um esquema de recondicionamento atlético.Assim, o retorno ao trabalho pode ser dividido em duas fases: fase básica: condicionamento cardiovascularfase específica: treinamento dos requerimentos específicos de cada disciplina (tambor, baliza, laço, rédeas, etc...)Portanto, é importante lembrarmos que para que haja sucesso no período de férias, são necessários alguns cuidados básicos para mantermos a forma física de nossos atletas no início do ano.
LEGENDAS:
1) e 1A) Após o grande esforço despendido pelos cavalos atletas, durante o ano esportivo, é necessário um período de descanso2) Revise bem com seu ferreiro os quatro cascos de seu cavalo3) A observação diária das cercas por um responsável é imprescindível em um haras
Fotos: Marcelo Pernice/Arquivo ABQMPor: dr. Hélio Itapema Cardoso e dr. Rodrigo Rossi
* Hélio Itapema e Rodrigo Rossi, médicos veterinários da Clínica de Eqüinos Itapema & Rossi, credenciados pela Federação Paulista de Hipismo. Outras informações: (11) 9528-1710/8225-9791.
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domingo, 4 de abril de 2010
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Doenças dos Cavalos
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença. Tradicionalmente, os problemas de pele nos cavalos não são considerados situações particularmente preocupantes. Na verdade, alguns acabam por se resolver espontaneamente sem qualquer tipo de tratamento, embora possa demorar algum tempo. Outros, porém, tornam-se bastante críticos, quer pela possibilidade de contágio ao homem, como é o caso da tinha (infecção por fungos) e da sarna (infecção por ácaros, pequenos parasitas da pele), quer pela gravidade da doença propriamente dita e dos seus sintomas.
(Hipersensibilidade à picada das moscas)
Animais com prurido intenso, por exemplo, coçam-se até no próprio arreio ou em qualquer superfície rugosa ou mesmo cortante, provocando feridas que constituem uma porta de entrada para todo o tipo de infecções. Vamos agora debruçar-nos sobre algumas situações que afectam a pele dos cavalos, começando pelas mais frequentes. Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença (tinha ou dermatofitose). Por essa razão, uma amostra de pêlos que revele a presença de fungos não é necessariamente significativa. Por outro lado, os fungos são agentes que facilmente se instalam secundariamente quando outros factores danificam a pele, ou mesmo quando o sistema imunitário se encontra enfraquecido, não sendo por vezes a causa primária da doença. Neste tipo de infecção por fungos (dermatófitos) os animais afectados apresentam várias áreas de descamação e alopécia (zonas sem pêlo), com ou sem prurido, não estando geralmente envolvidos a crina e a cauda.
(Infecção por Fungos)
As situações de natureza alérgica são também bastante frequentes, podendo ser causadas por alimentos, pelo contacto com produtos químicos aplicados nas instalações, por medicamentos, por produtos de limpeza ou insecticidas aplicados sobre os animais, por picadas de insectos, etc.. As picadas das moscas são precisamente uma das principais causas de reacções alérgicas no cavalo. Existe uma grande variedade capaz de desencadear este tipo de reacções, mas as Culicoides são talvez as mais frequentes. São moscas extremamente pequenas (1 a 3 mm) mas de picada dolorosa, activas em tempo quente e sem vento (pois são fracas voadoras) e alimentam-se desde o cair da noite até ao amanhecer. As larvas desenvolvem-se em águas estagnadas. Apenas alguns cavalos desenvolvem uma reacção de hipersensibilidade às suas picadas, havendo uma certa predisposição familiar. As lesões localizam-se na cabeça, orelhas, peito, crina e base da cauda, podendo variar consoante a espécie de Culicoides. O prurido intenso é o principal responsável pelas lesões, levando os animais a coçarem-se em qualquer aresta ou mesmo a morderem-se. Esta situação tende a agravar-se ano após ano, após uma aparente melhoria durante os meses de Inverno, e não tem cura desde que estejam presentes Culicoides.
Infecção por fungos
O seu tratamento passa, portanto, pelo controlo destes insectos através do estábulo durante os períodos em que estes se alimentam, do uso de insecticidas ou repelentes, de redes para mosquitos, e ainda pela administração de medicação apropriada de modo a eliminar ou reduzir o prurido. Outros agentes que podem causar prurido intenso são os ácaros da sarna. Estes parasitas provocam lesões com localização diferente consoante a espécie a que pertençam: na cabeça e pescoço, na base da crina e da cauda, ou nos membros, mas em fases avançadas as lesões podem espalhar-se a outras zonas. Esta doença transmite-se por contacto directo e é contagiosa ao homem, embora geralmente sem grande gravidade. Certos animais desenvolvem reacções inflamatórias superficiais em zonas brancas ou despigmentadas do corpo (geralmente no focinho e na extremidade dos membros). São processos de fotosensibilização, associados geralmente à ingestão de certas plantas ou a alterações do metabolismo do fígado. Como podemos constatar, situações aparentemente idênticas podem ter causas bastante distintas.
Fotossensibilização
A base da cauda coçada e sem pêlo, por exemplo, é geralmente um sinal de parasitismo intestinal, mas também pode tratar-se de um caso de hipersensibilidade à picada de insectos, alergia alimentar, sarna ou apenas um vício comportamental. Mesmo depois do cavalo parar de se coçar ainda temos de esperar um a dois meses até a cauda voltar a crescer. Os tratamentos usados em dermatologia equina são muito variados consoante a situação a que se destinam, mas convém não esquecer que tratar os animais pode não ser suficiente: o ambiente, as camas, o material de limpeza, os arreios, devem merecer atenção pois estão muitas vezes implicados. Quanto aos cavalos de competição, fica também uma chamada de atenção: uma simples pomada, spray ou qualquer outro produto aplicado sobre a pele pode conter substâncias que, ao serem absorvidas, poderão vir a ser detectadas mais tarde nos testes de controlo antidoping.
Dr. João Paulo Marques
Fonte: http://www.tudosobrecavalos.com
segunda-feira, 29 de março de 2010
doma traticiona
INICIO | CONTATO | ASSOCIE-SE | denuncie
APRESENTAÇÃO
TORTURA NOS RODEIOS
DomesticaÇÃo do Cavalo
Sistema de Criação
Doma Tradicional
Doma Racional
Treinamento Racional
Dopping em Muares
Dopping em Equinos
Açoites
Uso de Esporas
Embocaduras Severas
Agressões no Trato do Pelo
Marca a Fogo
Maus Tratos Alimentares
Denuncie Maus Tratos
Associe-se
DOMA TRADICIONAL
Infelizmente, a doma antiga, conhecida como doma tradicional, ainda é praticada em muitas fazendas e haras, em diversas regiões. O principio é o uso da violência. O cavalo é tratado como um animal selvagem, submisso pelo medo, dor, cansaço. É laçado, às vezes até derrubado, suas orelhas são torcidas pelas mãos rudes dos peões, seu lábio superior é torcido pelo cruel instrumento de contenção conhecido como cachimbo. Amarrado com a cabeça rente ao esteio, recebe a embocadura de forma ríspida e seus olhos são tapados para receber a manta e a sela. É selado na primeira aproximação. Alguns peões, pseudo-treinadores, adotam o método de conduzir na guia antes de montar, corcoveiam muito, até cansar. Outros peões, para demonstrar coragem, montam para uma platéia que aplaude quanto mais o cavalo corcovear.
Ao longo da cerca de curral o cavalo é “quebrado”, para a direita e esquerda. Já no primeiro ou segundo dia, sai para o campo ou estrada tendo como guia um cavalo madrinha. O uso de “madrinha” gera um cavalo indeciso, confuso, medroso, quando comandado para ir sozinho. Pelo método da doma tradicional, os potrinhos apartados são “quebrados de pescoço” também com o uso de um cavalo madrinha.
O cabo do cabresto é amarrado na cauda e a cada tentativa de disparar, o potrinho recebe um violento tranco no queixo. cavalo madrinha.
Em várias regiões embocaduras severas, e outros tipos de contenção, são utilizados no processo da doma. No Nordeste, o cabeção é um exemplo clássico, também chamado de “cortadeira”(foto1), pois a cabeçada é ligada a um arco em aço, com dentes cortantes, que atuam na região do chanfro. Com frequencia, muitos cavalos trotadores mudam o andamento para andadura clássica, popularmente chamada no Nordeste de “Passada”.
Cabeção, usualmente utilizado na doma chucra na região do Nordeste
Arreamento característico de cavalo no interior da Bahia.
Na doma tradicional, chicotes e esporas são ajudas auxiliares indispensáveis, sangrando o cavalo. A rudeza dos comandos de rédeas também sangra a boca, quase sempre produzindo futuras calosidades nos pontos de controle da embocadura. É comum encontrar cavalo assim domado com “queixo duro”, às vezes pescoço flácido, devido aos traumatismos no grande músculo braquiocéfalo. Cavalos assim domados, raramente terão um posicionamento correto da cabeça nas paradas, transições de andamentos e no recuo, devido à flexão deficiente da nuca ou, em casos extremos, lesão nesta delicada região.
A doma tradicional tende a gerar um cavalo medroso, acuado, já apresentando algum tipo de vício, ou extremamente propenso a adquirir vícios dos mais variados. Ao contrario, a doma racional gera um cavalo amigo do homem, leal, confiante, mentalmente condicionado para a performance.
Arreio mineiro, comumente utilizado na doma de cavalos no Estado de Minas
Arreio baiano, notar o cepilho elevado,
para dar mais proteção ao cavaleiro na lida em região de caatinga
APRESENTAÇÃO
TORTURA NOS RODEIOS
DomesticaÇÃo do Cavalo
Sistema de Criação
Doma Tradicional
Doma Racional
Treinamento Racional
Dopping em Muares
Dopping em Equinos
Açoites
Uso de Esporas
Embocaduras Severas
Agressões no Trato do Pelo
Marca a Fogo
Maus Tratos Alimentares
Denuncie Maus Tratos
Associe-se
DOMA TRADICIONAL
Infelizmente, a doma antiga, conhecida como doma tradicional, ainda é praticada em muitas fazendas e haras, em diversas regiões. O principio é o uso da violência. O cavalo é tratado como um animal selvagem, submisso pelo medo, dor, cansaço. É laçado, às vezes até derrubado, suas orelhas são torcidas pelas mãos rudes dos peões, seu lábio superior é torcido pelo cruel instrumento de contenção conhecido como cachimbo. Amarrado com a cabeça rente ao esteio, recebe a embocadura de forma ríspida e seus olhos são tapados para receber a manta e a sela. É selado na primeira aproximação. Alguns peões, pseudo-treinadores, adotam o método de conduzir na guia antes de montar, corcoveiam muito, até cansar. Outros peões, para demonstrar coragem, montam para uma platéia que aplaude quanto mais o cavalo corcovear.
Ao longo da cerca de curral o cavalo é “quebrado”, para a direita e esquerda. Já no primeiro ou segundo dia, sai para o campo ou estrada tendo como guia um cavalo madrinha. O uso de “madrinha” gera um cavalo indeciso, confuso, medroso, quando comandado para ir sozinho. Pelo método da doma tradicional, os potrinhos apartados são “quebrados de pescoço” também com o uso de um cavalo madrinha.
O cabo do cabresto é amarrado na cauda e a cada tentativa de disparar, o potrinho recebe um violento tranco no queixo. cavalo madrinha.
Em várias regiões embocaduras severas, e outros tipos de contenção, são utilizados no processo da doma. No Nordeste, o cabeção é um exemplo clássico, também chamado de “cortadeira”(foto1), pois a cabeçada é ligada a um arco em aço, com dentes cortantes, que atuam na região do chanfro. Com frequencia, muitos cavalos trotadores mudam o andamento para andadura clássica, popularmente chamada no Nordeste de “Passada”.
Cabeção, usualmente utilizado na doma chucra na região do Nordeste
Arreamento característico de cavalo no interior da Bahia.
Na doma tradicional, chicotes e esporas são ajudas auxiliares indispensáveis, sangrando o cavalo. A rudeza dos comandos de rédeas também sangra a boca, quase sempre produzindo futuras calosidades nos pontos de controle da embocadura. É comum encontrar cavalo assim domado com “queixo duro”, às vezes pescoço flácido, devido aos traumatismos no grande músculo braquiocéfalo. Cavalos assim domados, raramente terão um posicionamento correto da cabeça nas paradas, transições de andamentos e no recuo, devido à flexão deficiente da nuca ou, em casos extremos, lesão nesta delicada região.
A doma tradicional tende a gerar um cavalo medroso, acuado, já apresentando algum tipo de vício, ou extremamente propenso a adquirir vícios dos mais variados. Ao contrario, a doma racional gera um cavalo amigo do homem, leal, confiante, mentalmente condicionado para a performance.
Arreio mineiro, comumente utilizado na doma de cavalos no Estado de Minas
Arreio baiano, notar o cepilho elevado,
para dar mais proteção ao cavaleiro na lida em região de caatinga
domingo, 28 de março de 2010

Alemão é preso por levar seu cavalo a bares
“Um alemão embriagado foi preso depois de levar seu cavalo para diversos bares para uma saideira. O homem de 33 anos levou sua montaria para diversos botequins de Geseke pedindo: “Uma saideira para mim e uma maçã para Hendrik.” O cavalo Hendrik se arrastou fielmente pela cidade. Seu dono acabou pegando no sono e caindo. Logo depois chegou o xerife e a noite acabou com o vaqueiro da madrugada dormindo numa cela da delegacia local. Hendrik foi recolhido para o estábulo da cavalaria policial. Seu dono é acusado de montar embriagado e terá de pagar multa.“
quarta-feira, 24 de março de 2010
idade media de um cavalo
Na Europa Ocidental, até a Idade Média, a posse e o uso do cavalo eram exclusivos da casta aristocrática dos cavaleiros, que o empregava na guerra, no jogo e na ostentação social. Além de seu emprego militar (cavalaria), o cavalo foi usado como animal de carga e de sela, como animal de atrelamento (carroça, charrete, barco, trenó, máquina agrícola), para bater cereais ou para a movimentação de mecanismos destinados a moer (moinho de farinha, extrator de óleo, amassador de frutas), bater os grãos ou elevar a água (nora).
No séc. XIX, a modernização da agricultura, o desenvolvimento da mecanização e o melhoramento dos transportes provocaram uma procura crescente do cavalo. A criação se organizou para responder a essa procura. As grandes raças de prestígio começaram a individualizar-se sob a dupla tutela dos haras e das autoridades agrícolas.
Os cavalos aumentaram de peso e tamanho, mas conservaram em geral sua aptidão para o deslocamento rápido, pois muitos deviam puxar, em grande velocidade, cargas cada vez mais pesadas. O cavalo foi empregado em diversos trabalhos, nas mais diversas condições, às vezes, muito duras. Porém, com bom trato, o cavalo provou ter boa adaptabilidade ao trabalho.
No Brasil, o cavalo começou a substituir o boi na aração e nos transportes no séc. XVIII e vem sendo substituído pelos meios mecânicos.
Raças brasileiras
As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).
Curiosidade
O Cavalo pode viver em média 25 anos, porém, foi registrado um cavalo com 40 anos.
O cavalo de corrida chega a correr até 68 km/h.
No séc. XIX, a modernização da agricultura, o desenvolvimento da mecanização e o melhoramento dos transportes provocaram uma procura crescente do cavalo. A criação se organizou para responder a essa procura. As grandes raças de prestígio começaram a individualizar-se sob a dupla tutela dos haras e das autoridades agrícolas.
Os cavalos aumentaram de peso e tamanho, mas conservaram em geral sua aptidão para o deslocamento rápido, pois muitos deviam puxar, em grande velocidade, cargas cada vez mais pesadas. O cavalo foi empregado em diversos trabalhos, nas mais diversas condições, às vezes, muito duras. Porém, com bom trato, o cavalo provou ter boa adaptabilidade ao trabalho.
No Brasil, o cavalo começou a substituir o boi na aração e nos transportes no séc. XVIII e vem sendo substituído pelos meios mecânicos.
Raças brasileiras
As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).
Curiosidade
O Cavalo pode viver em média 25 anos, porém, foi registrado um cavalo com 40 anos.
O cavalo de corrida chega a correr até 68 km/h.
acumpura iquina
Olá, Caro Amigo.
Seja bem-vindo a esta nossa página sobre a Acupuntura Veterinária. Através desta página, você saberá o que é a Acupuntura Veterinária, para que serve, como ela funciona, quais a indicações e contra-indicações da mesma, além de outras informações que julgamos serem de seu interesse.
Caso tenha mais dúvidas ou deseje obter mais informações sobre a Acupuntura Veterinária e Medicina Tradicional Chinesa (MTC), favor solicitar-nos por e-mail ou através de nosso site mediante o link contato. Gostaríamos muitíssimo que nos auxiliasse a tornar este site cada vez mais atraente e informativo para todos vocês.
Agradecemos desde já a sua colaboração.
O Que É Acupuntura Veterinária?
É uma técnica milenar de origem chinesa, mas que também era aplicada pelos indianos (hindus) e egípicios. Foram os chineses que tornaram a acupuntura um sistema médico bem organizado e estruturado.
Esta técnica consiste na aplicação de finíssimas agulhas próprias de acupuntura, as quais são estéreis e descartáveis, na pele dos animais, podendo ser inseridas superficialmente ou até mesmos alguns centímetros, penetrando a pele e músculos, por exemplo, causando estímulos no corpo do animal, os quais levarão a uma resposta do organismo, ocasionando a cura de certas doenças, ou ao menos o controle da mesma, determinando um quadro de bem-estar físico e emocional/psíquico ao animal.
Alguns acupunturistas preferem fazer uso de agulhas hipodérmica (como no caso de tratamento de cavalo e bovino) ao invés de agulhas de acupuntura. Mas há diversas outras técnicas que não utilizam a agulha, sendo chamadas de por isso de “acupuntura sem agulhas”, portanto são métodos de tratamento que não causam dor nenhuma no animal ou ser humano. Tais técnicas são muito utilizadas em humanos, principalmente em crianças e bebês, como ensinado na escola CEATA (www.acupuntura.org.br) de acupuntura em São Paulo e no CETN (www.cetn.com.br), em Sorocaba, Bauru, Manaus e Cotia.
A seguir, vemos um cavalo que recebeu no ponto de acupuntura não agulha, mas sim Stiper(R), pastilhas (discos branco) de sílica, para o tratamento de uma doença neurológica bastante conhecida por aqueles que tratam de, criam ou lidam com cavalos: a Mieloencefalite Protozoária Eqüina (EPM).
Quem Pode Aplicar A Acupuntura Em Animais?
Somente um médico veterinário devidamente qualificado na área de Acupuntura Veterinária poderá utilizar as técnicas da Medicina Veterinária Tradicional Chinesa (MVTC), como a Acupuntura, Fitoterapia, Massagens, Moxabustão e outras mais, com a devida qualidade e confiabilidade que seu animal tanto merece. É ele o profissional que estudou devidamente a anatomia, fisiologia e clínica médica, além de diversas outras disciplinas, a fim de que se possa utilizar ambos os conhecimentos, tanto de medicina ocidental (alopática) quanto da oriental e outras mais denominadas complementares.
Um bom atendimento começa com um bom diagnóstico, tanto ocidental quanto oriental. Todo aquele que se prontificar a realizar o tratamento pela Medicina Tradicional Chinesa (MTC) sem conhecer o verdadeiro diagnóstico que está por detrás do distúrbio apresentado pelo animal, certamente estará correndo sérios riscos de mascarar apenas os sintomas, levando o quadro clínico a se agravar, podendo mesmo levar a outras complicações, as quais podem até mesmo determinar a sua morte.
Sendo assim, é fundamental que se procure um Médico Veterinário, o qual faça o diagnóstico da doença que acomete seu animal e, em se tratando de uma doença passível de ser curada pela Acupuntura e MTC como um todo (como mediante uso de ervas chinesas – fitoterapia chinesa) ou ao menos abrandada/controlada pelas mesma, dái sim encaminhar seu animalzinho a um Acupunturista devidamente habilitado, experiente e capacitado.
Para que o veterinário seja qualificado, ele deverá primeiramente ter-se formado em um curso de qualidade que o prepare devidamente para se tornar um bom profissional de acupuntura veterinária.
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Agradecemos desde já a sua colaboração.
O Que É Acupuntura Veterinária?
É uma técnica milenar de origem chinesa, mas que também era aplicada pelos indianos (hindus) e egípicios. Foram os chineses que tornaram a acupuntura um sistema médico bem organizado e estruturado.
Esta técnica consiste na aplicação de finíssimas agulhas próprias de acupuntura, as quais são estéreis e descartáveis, na pele dos animais, podendo ser inseridas superficialmente ou até mesmos alguns centímetros, penetrando a pele e músculos, por exemplo, causando estímulos no corpo do animal, os quais levarão a uma resposta do organismo, ocasionando a cura de certas doenças, ou ao menos o controle da mesma, determinando um quadro de bem-estar físico e emocional/psíquico ao animal.
Alguns acupunturistas preferem fazer uso de agulhas hipodérmica (como no caso de tratamento de cavalo e bovino) ao invés de agulhas de acupuntura. Mas há diversas outras técnicas que não utilizam a agulha, sendo chamadas de por isso de “acupuntura sem agulhas”, portanto são métodos de tratamento que não causam dor nenhuma no animal ou ser humano. Tais técnicas são muito utilizadas em humanos, principalmente em crianças e bebês, como ensinado na escola CEATA (www.acupuntura.org.br) de acupuntura em São Paulo e no CETN (www.cetn.com.br), em Sorocaba, Bauru, Manaus e Cotia.
A seguir, vemos um cavalo que recebeu no ponto de acupuntura não agulha, mas sim Stiper(R), pastilhas (discos branco) de sílica, para o tratamento de uma doença neurológica bastante conhecida por aqueles que tratam de, criam ou lidam com cavalos: a Mieloencefalite Protozoária Eqüina (EPM).
Quem Pode Aplicar A Acupuntura Em Animais?
Somente um médico veterinário devidamente qualificado na área de Acupuntura Veterinária poderá utilizar as técnicas da Medicina Veterinária Tradicional Chinesa (MVTC), como a Acupuntura, Fitoterapia, Massagens, Moxabustão e outras mais, com a devida qualidade e confiabilidade que seu animal tanto merece. É ele o profissional que estudou devidamente a anatomia, fisiologia e clínica médica, além de diversas outras disciplinas, a fim de que se possa utilizar ambos os conhecimentos, tanto de medicina ocidental (alopática) quanto da oriental e outras mais denominadas complementares.
Um bom atendimento começa com um bom diagnóstico, tanto ocidental quanto oriental. Todo aquele que se prontificar a realizar o tratamento pela Medicina Tradicional Chinesa (MTC) sem conhecer o verdadeiro diagnóstico que está por detrás do distúrbio apresentado pelo animal, certamente estará correndo sérios riscos de mascarar apenas os sintomas, levando o quadro clínico a se agravar, podendo mesmo levar a outras complicações, as quais podem até mesmo determinar a sua morte.
Sendo assim, é fundamental que se procure um Médico Veterinário, o qual faça o diagnóstico da doença que acomete seu animal e, em se tratando de uma doença passível de ser curada pela Acupuntura e MTC como um todo (como mediante uso de ervas chinesas – fitoterapia chinesa) ou ao menos abrandada/controlada pelas mesma, dái sim encaminhar seu animalzinho a um Acupunturista devidamente habilitado, experiente e capacitado.
Para que o veterinário seja qualificado, ele deverá primeiramente ter-se formado em um curso de qualidade que o prepare devidamente para se tornar um bom profissional de acupuntura veterinária.
por que o uso do cavalo
Equoterapia : Por que o uso do cavalo ?
A palavra EQUOTERAPIA foi criada pela ANDE-BRASIL, para caracterizar todas as
práticas que utilizem o cavalo com técnicas de equitação e atividades eqüestres,
objetivando a reabilitação e/ou educação de pessoas com deficiência ou com
necessidades especiais. Foi criada com três intenções:
a primeira, homenagear a nossa língua mãe - o latim - adotando o radical EQUO
que vem de EQUUS;
a segunda, homenagear o pai da medicina ocidental, o grego HIPÓCRATES de Loo
(458 a 377 a.C.), que no seu livro "DAS DIETAS" já aconselhava a prática eqüestre
para regenerar a saúde, preservar o corpo humano de muitas doenças e no
tratamento de insônia e mencionava que a prática eqüestre, ao ar livre, faz com
que os cavaleiros melhorem seu tônus. Por isso, adotou-se TERAPIA que vem do
grego THERAPEIA, parte da medicina que trata da aplicação de conhecimento
técnico-científico no campo da reabilitação e reeducação;
a terceira foi estratégica: quem utilizasse a palavra EQUOTERAPIA, totalmente
desconhecida até então, estaria engajado nos princípios e normas fundamentais
que norteiam esta prática no Brasil, o que facilitaria o reconhecimento do método
terapêutico pelos órgãos competentes.
No entanto é no EQUUS que se foca o Método . O cavalo na equoterapia é utilizado
como instrumento cinesioterapêutico ( pelo efeito do movimento tridimensional do
dorso do cavalo, somado as multidirecionais e ao ritmo do seu passo), instrumento
pedagógico e de inserção social.
Quando o cavalo se desloca ao passo, ocorre o movimento tridimensional do seu
dorso; portanto, há deslocamentos segundo os três eixos conhecidos (x, y, z), ou
seja, para cima e para baixo, para frente e para trás, para um lado e para outro.
Tal movimento é transmitido ao cavaleiro pelo contato de seu corpo com o do
animal, gerando movimentos mais complexos de rotação e translação
Esse andar tridimensional corresponde ao andar do humano com menos 5% de
diferença.
Para se ter uma idéia, o passo completo do cavalo apresenta padrões semelhantes
aos do caminhar humano: impõe deslocamentos na cintura pélvica da ordem
de 5 cm nos planos sargital, frontal e transversal e uma rotação de 8 graus
de um lado para outro.
Quando o cavalo inicia seu movimento, ao passo, o praticante recebe estímulos
proprioceptivos de estruturas articulares, musculares, e tendinosos devido o
movimento tridimencional do dorso do cavalo, como dito acima.
O deslocamento do cavalo promove estímulos nestas estruturas (propriocepção) em
torno de 180 oscilações por minuto. Essas informações são enviadas ao sistema
nervoso central via medula espinhal. Somada a isto, são também enviadas ao
sistema nervoso central por vias aferentes, informações exteroceptivas (auditivas,
A palavra EQUOTERAPIA foi criada pela ANDE-BRASIL, para caracterizar todas as
práticas que utilizem o cavalo com técnicas de equitação e atividades eqüestres,
objetivando a reabilitação e/ou educação de pessoas com deficiência ou com
necessidades especiais. Foi criada com três intenções:
a primeira, homenagear a nossa língua mãe - o latim - adotando o radical EQUO
que vem de EQUUS;
a segunda, homenagear o pai da medicina ocidental, o grego HIPÓCRATES de Loo
(458 a 377 a.C.), que no seu livro "DAS DIETAS" já aconselhava a prática eqüestre
para regenerar a saúde, preservar o corpo humano de muitas doenças e no
tratamento de insônia e mencionava que a prática eqüestre, ao ar livre, faz com
que os cavaleiros melhorem seu tônus. Por isso, adotou-se TERAPIA que vem do
grego THERAPEIA, parte da medicina que trata da aplicação de conhecimento
técnico-científico no campo da reabilitação e reeducação;
a terceira foi estratégica: quem utilizasse a palavra EQUOTERAPIA, totalmente
desconhecida até então, estaria engajado nos princípios e normas fundamentais
que norteiam esta prática no Brasil, o que facilitaria o reconhecimento do método
terapêutico pelos órgãos competentes.
No entanto é no EQUUS que se foca o Método . O cavalo na equoterapia é utilizado
como instrumento cinesioterapêutico ( pelo efeito do movimento tridimensional do
dorso do cavalo, somado as multidirecionais e ao ritmo do seu passo), instrumento
pedagógico e de inserção social.
Quando o cavalo se desloca ao passo, ocorre o movimento tridimensional do seu
dorso; portanto, há deslocamentos segundo os três eixos conhecidos (x, y, z), ou
seja, para cima e para baixo, para frente e para trás, para um lado e para outro.
Tal movimento é transmitido ao cavaleiro pelo contato de seu corpo com o do
animal, gerando movimentos mais complexos de rotação e translação
Esse andar tridimensional corresponde ao andar do humano com menos 5% de
diferença.
Para se ter uma idéia, o passo completo do cavalo apresenta padrões semelhantes
aos do caminhar humano: impõe deslocamentos na cintura pélvica da ordem
de 5 cm nos planos sargital, frontal e transversal e uma rotação de 8 graus
de um lado para outro.
Quando o cavalo inicia seu movimento, ao passo, o praticante recebe estímulos
proprioceptivos de estruturas articulares, musculares, e tendinosos devido o
movimento tridimencional do dorso do cavalo, como dito acima.
O deslocamento do cavalo promove estímulos nestas estruturas (propriocepção) em
torno de 180 oscilações por minuto. Essas informações são enviadas ao sistema
nervoso central via medula espinhal. Somada a isto, são também enviadas ao
sistema nervoso central por vias aferentes, informações exteroceptivas (auditivas,
empocadura
Responder |EQUITAÇÃO ESPECIAL para mim
mostrar detalhes 23 mar (1 dia atrás)
A sequencia correta das transições de embocaduras depende do grau de severidade da ação. O primeiro estagio é a embocadura de ação branda, seguindo-se a de ação moderada e a de ação severa. Assim, em um mesmo modelo de bridão ou freio, podem ser usados três variáveis diferentes.
Pelo Método LSA de Adestramento, desenvolvido por esse autor, as transições de embocaduras são facilitadas, porque o animal é previamente adestrado sem embocadura, completando a fase inicial do adestramento básico. Leia em "Mais Informações" Em adição, para cada nova introdução de embocadura é obedecido um periodo de adaptação da boca, antes que o treinador acione as rédeas – durante meio período de dois dias, o cavalo mastiga seus alimentos com a nova embocadura na boca. Se o primeiro bridão foi de ação moderada, a transição para o freio poderá ser para um de ação também moderada. Esta é a sequência mais agil do uso de embocaduras e a que geralmente trará resultados positivos. Outra alternativa muito utilizada é iniciar com o bridão de ação branda, sendo que a transição deverá ser para um bridão moderado, deste para um freio brando e, finalmente, para um freio moderado.
As embocaduras de ação severa são indicadas somente para cavalos que se destinam a competições radicais, que exigem muito do cavalo em termos de maneabilidade, velocidade, precisão no esbarro.
A escolha da embocadura e a decisão das transições são determinadas por alguns fatores:
- O primeiro é o estágio do adestramento. O bridão é embocadura de principiantes, indicada para a fase de adestramento básico. Para a fase de adestramento avançado, ou somente dentro dessa fase, acontecem uma ou mais transições de embocaduras;
- O segundo fator decisivo é a morfologia e integridade das partes da boca que funcionam como pontos de controle da ação da embocadura. A sub-avaliação desse fator é a principal causa de rejeição a embocadura;
- O terceiro fator refere-se ao ao tipo de treinamento - para passeio e cavalgadas, provas de maneabilidade, corridas, salto, etc.;
- O quarto fator influenciando a escolha da embocadura é o grau de equitação. Para cavaleiros/amazonas principiantes recomenda-se o bridão, por ser embocadura de ação direta de rédeas – utiliza-se a chamada “rédea de abertura”, porque abre-se uma mão para virar e alivia a rédea oposta;
- Outro fator de importância refere-se ao grau de experiências anteriores em adestramento e treinamento. Pessoas de apurada sensibilidade e controle pleno dos comandos principais da equitação podem fazer de um freio severo um freio brando.
- A idade do cavalo também deve ser levada em conta. Cavalos maduros geralmente exigem embocaduras de ação moderada ou severa, devido à maior rigidez da musculatura de pescoço e nuca.
A sutileza é que o cavalo geralmente pede a transição de embocadura, através da resistência. Muitos indagam porque um cavalo não pode permanecer na embocadura inicial, o bridão. A resposta é que essa embocadura exerce pouca atuação sobre a flexão da nuca. Também exerce pressão desconfortável sobre a lingua, barras e comissuras labiais, causando a elevação da cabeça, uma postura adiante da ação do bridão, como forma de amenizar o incômodo da pressão. Dentro de pouco tempo, à medida em que a velocidade dos andamentos é aumentada, o cavalo passa a trabalhar apoiado nas rédeas, o que deve ser entendido como um sinal de resistência, uma solicitação de troca para embocadura mais confortável.
Outra indagação usual: Por que não se pode iniciar o cavalo na embocadura definitiva, o freio? Porque o freio atua simultaneamente sobre pontos multiplos de controle – todos aqueles que o bridão atua mais o palato e o queixo. Especialmente devido ao efeito alavanca, que exerce forte pressão do bocal sobre o palato e da barbela sobre o queixo, o cavalo precisa ser previamente preparado, tanto na aceitação da boca pelo bocal menos severo – o articulado, típico dos bridões, como também na flexão lateral do pescoço pela ação das rédeas diretas ( mais fácil para o cavalo e mais eficiente para o cavaleiro ). Além do mais, a flexão vertical, da nuca, a mais difícil, ja terá sido iniciada no adestramento sem embocadura. Assim, o bridão deve ser entendido apenas como uma embocadura de transição para o freio.
E o cavalo pronto no freio, pode retornar ao bridão? Sim, sem nenhum problema, especialmente nos casos de atividades amenas, como os passeios e cavalgadas, ou quando são montados por pessoas de pouca experiência em equitação. A dificuldade em comandar rédeas pela ação indireta, como no caso do uso do freio, é bem maior.
Uma embocadura chamada de transição é o freio/bridão. O bocal é articulado, atuando como um bridão, pressionando as comissuras labiais. O bocal não se prende aos olhais, mas sim às hastes, típicas de freio, exercendo o efeito alavanca. Mas o efeito alavanca não atua sobre o palato, porque o bocal não é curvo. As alavancas atuam sobre a pressão da barbela no queixo. Assim, um freio/bridão atua sobre pontos de controle da boca - comissuras labiais, baras e lingua, e sobre o queixo. Somente em alguns casos recomenda-se o uso dessa embocadura, na transição do bridão para o freio. Sua ação de efeitos duplos tende a melhorar a flexão da nuca. Mas em mãos brutas, ou inexperientes, essa embocadura faz estragos graves. O excesso de pressão da barbela no queixo tanto poderá encapotar o animal, como também manter a cabeça muito elevada, não corrigindo em nada a ação elevatória do bridão. O freio sim, esse exerce ação principal de baixar a cabeça do animal, de estimular a flexão da nuca.
Lúcio Sérgio de Andrade – Zootecnista, com especialização na Texas A&M University - USA, escritor, pesquisador, consultor de haras, instrutor de cursos de aperfeiçoamento técnico.
Para finalizar, duas ressalvas: sempre que necessária, a transição será naturalmente solicitada pelo cavalo, na forma de resistência. Errado é persistir com a mesma embocadura. Contudo, um cavalo que resiste à ação da embocadura não necessariamente pede embocadura mais severa. Pode ser o contrario.
--
Postado por EQUITAÇÃO ESPECIAL no Equitação & Equitação Especial em 3/23/2010 06:23:00 AM
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A sequencia correta das transições de embocaduras depende do grau de severidade da ação. O primeiro estagio é a embocadura de ação branda, seguindo-se a de ação moderada e a de ação severa. Assim, em um mesmo modelo de bridão ou freio, podem ser usados três variáveis diferentes.
Pelo Método LSA de Adestramento, desenvolvido por esse autor, as transições de embocaduras são facilitadas, porque o animal é previamente adestrado sem embocadura, completando a fase inicial do adestramento básico. Leia em "Mais Informações" Em adição, para cada nova introdução de embocadura é obedecido um periodo de adaptação da boca, antes que o treinador acione as rédeas – durante meio período de dois dias, o cavalo mastiga seus alimentos com a nova embocadura na boca. Se o primeiro bridão foi de ação moderada, a transição para o freio poderá ser para um de ação também moderada. Esta é a sequência mais agil do uso de embocaduras e a que geralmente trará resultados positivos. Outra alternativa muito utilizada é iniciar com o bridão de ação branda, sendo que a transição deverá ser para um bridão moderado, deste para um freio brando e, finalmente, para um freio moderado.
As embocaduras de ação severa são indicadas somente para cavalos que se destinam a competições radicais, que exigem muito do cavalo em termos de maneabilidade, velocidade, precisão no esbarro.
A escolha da embocadura e a decisão das transições são determinadas por alguns fatores:
- O primeiro é o estágio do adestramento. O bridão é embocadura de principiantes, indicada para a fase de adestramento básico. Para a fase de adestramento avançado, ou somente dentro dessa fase, acontecem uma ou mais transições de embocaduras;
- O segundo fator decisivo é a morfologia e integridade das partes da boca que funcionam como pontos de controle da ação da embocadura. A sub-avaliação desse fator é a principal causa de rejeição a embocadura;
- O terceiro fator refere-se ao ao tipo de treinamento - para passeio e cavalgadas, provas de maneabilidade, corridas, salto, etc.;
- O quarto fator influenciando a escolha da embocadura é o grau de equitação. Para cavaleiros/amazonas principiantes recomenda-se o bridão, por ser embocadura de ação direta de rédeas – utiliza-se a chamada “rédea de abertura”, porque abre-se uma mão para virar e alivia a rédea oposta;
- Outro fator de importância refere-se ao grau de experiências anteriores em adestramento e treinamento. Pessoas de apurada sensibilidade e controle pleno dos comandos principais da equitação podem fazer de um freio severo um freio brando.
- A idade do cavalo também deve ser levada em conta. Cavalos maduros geralmente exigem embocaduras de ação moderada ou severa, devido à maior rigidez da musculatura de pescoço e nuca.
A sutileza é que o cavalo geralmente pede a transição de embocadura, através da resistência. Muitos indagam porque um cavalo não pode permanecer na embocadura inicial, o bridão. A resposta é que essa embocadura exerce pouca atuação sobre a flexão da nuca. Também exerce pressão desconfortável sobre a lingua, barras e comissuras labiais, causando a elevação da cabeça, uma postura adiante da ação do bridão, como forma de amenizar o incômodo da pressão. Dentro de pouco tempo, à medida em que a velocidade dos andamentos é aumentada, o cavalo passa a trabalhar apoiado nas rédeas, o que deve ser entendido como um sinal de resistência, uma solicitação de troca para embocadura mais confortável.
Outra indagação usual: Por que não se pode iniciar o cavalo na embocadura definitiva, o freio? Porque o freio atua simultaneamente sobre pontos multiplos de controle – todos aqueles que o bridão atua mais o palato e o queixo. Especialmente devido ao efeito alavanca, que exerce forte pressão do bocal sobre o palato e da barbela sobre o queixo, o cavalo precisa ser previamente preparado, tanto na aceitação da boca pelo bocal menos severo – o articulado, típico dos bridões, como também na flexão lateral do pescoço pela ação das rédeas diretas ( mais fácil para o cavalo e mais eficiente para o cavaleiro ). Além do mais, a flexão vertical, da nuca, a mais difícil, ja terá sido iniciada no adestramento sem embocadura. Assim, o bridão deve ser entendido apenas como uma embocadura de transição para o freio.
E o cavalo pronto no freio, pode retornar ao bridão? Sim, sem nenhum problema, especialmente nos casos de atividades amenas, como os passeios e cavalgadas, ou quando são montados por pessoas de pouca experiência em equitação. A dificuldade em comandar rédeas pela ação indireta, como no caso do uso do freio, é bem maior.
Uma embocadura chamada de transição é o freio/bridão. O bocal é articulado, atuando como um bridão, pressionando as comissuras labiais. O bocal não se prende aos olhais, mas sim às hastes, típicas de freio, exercendo o efeito alavanca. Mas o efeito alavanca não atua sobre o palato, porque o bocal não é curvo. As alavancas atuam sobre a pressão da barbela no queixo. Assim, um freio/bridão atua sobre pontos de controle da boca - comissuras labiais, baras e lingua, e sobre o queixo. Somente em alguns casos recomenda-se o uso dessa embocadura, na transição do bridão para o freio. Sua ação de efeitos duplos tende a melhorar a flexão da nuca. Mas em mãos brutas, ou inexperientes, essa embocadura faz estragos graves. O excesso de pressão da barbela no queixo tanto poderá encapotar o animal, como também manter a cabeça muito elevada, não corrigindo em nada a ação elevatória do bridão. O freio sim, esse exerce ação principal de baixar a cabeça do animal, de estimular a flexão da nuca.
Lúcio Sérgio de Andrade – Zootecnista, com especialização na Texas A&M University - USA, escritor, pesquisador, consultor de haras, instrutor de cursos de aperfeiçoamento técnico.
Para finalizar, duas ressalvas: sempre que necessária, a transição será naturalmente solicitada pelo cavalo, na forma de resistência. Errado é persistir com a mesma embocadura. Contudo, um cavalo que resiste à ação da embocadura não necessariamente pede embocadura mais severa. Pode ser o contrario.
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Postado por EQUITAÇÃO ESPECIAL no Equitação & Equitação Especial em 3/23/2010 06:23:00 AM
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terça-feira, 23 de março de 2010
o bridao
EQUITAÇÃO ESPECIAL para mim
mostrar detalhes 03:35 (2 horas atrás)
O bridão se caracteriza por apresentar uma única argola onde se atam rédea e cabeçada. Esta argola encontra-se normalmente na mesma altura do “bocado” ( parte da embocadura que age dentro da boca ). Estas definições se traduzem no fato de que a ação do bridão se dá de forma direta, sem efeito multiplicador de forças.
O freio apresenta argolas distintas onde se atam a cabeçada e a rédea. O bocado encontra-se normalmente numa posição acima da argola onde se atam as rédeas. Enquanto a força aplicada pelas mãos do cavaleiro chega à boca do cavalo com a mesma intensidade quando do uso do bridão, o uso do freio promove um efeito multiplicador desta força, pela ação de alavanca que o caracteriza. E é esta dualidade de ações que diferencia basicamente o bridão do freio. Leia em "Mais Informações"
Enquanto o bridão atua nas comissuras labiais, e por isso precisa ser ajustado a elas, o freio atua nas barras, região da mandíbula desprovida de dentes. Tanto por suas características de ação como pela região em que agem no cavalo, bridão e freio têm efeitos diferentes: o bridão age levantando a cabeça e o pescoço do cavalo, enquanto o freio tem ação abaixadora da cabeça, além de induzir o flexionamento da nuca. De um modo geral, o bridão é uma embocadura de ação mais suave que o freio, e pode ser usado até o final do adestramento, desde que o cavaleiro seja habilidoso e o animal responda satisfatoriamente aos comandos. Cai por terra portanto o preconceito de que todo o trabalho de adestramento precisa ser finalizado com o freio.
Freio e bridão têm características próprias que resultam na maior ou menor intensidade de sua ação. Chamamos de leve uma embocadura que tem efeitos suaves, e pesada aquela cujo efeito é mais forte, mais atuante. De forma comum a freio e bridão, a embocadura será tanto mais leve quanto mais grossa for a espessura do bocado, sendo mais pesada a embocadura de bocado mais fino. Isto porque quanto mais fino o bocado, mais cortante será sua superfície de contato, portanto mais agressiva, mais atuante. O bocado pode ainda ser rígido ou articulado, sendo este último mais leve por permitir que a força de ação das mãos seja dissipada por sua articulação. O material no qual o bocado é constituído pode ainda gerar alterações de efeito nas embocaduras. Um bocado de borracha será menos agressivo que um de aço, portanto mais leve. O bridão de borracha tem seu uso recomendado para animais novos, que ainda são trabalhados com a focinheira, e servirá então para que o cavalo se habitue com uma embocadura dentro da boca. Neste caso o bridão de borracha não deve ser acionado pelas rédeas, mas sim ajustado à boca pela cabeçada, e as rédeas só devem se atar à focinheira.
Além destas características comuns a freio e bridão, outras particulares a cada uma das embocaduras resultam também em ações de maior ou menor intensidade. No bridão, um bocado que corre livre na argola absorve melhor impactos provenientes dos movimentos, diferente do que ocorre com bocados fixos nas argolas. Desta forma, quanto maior o diâmetro das argolas mais livre ficará o bocado.
Para animais em início de adestramento, é sugerido o uso de um bridão leve (grosso), que permita um apoio franco do cavalo. Sugere-se um bridão de “agulha”. Esta embocadura se caracteriza por apresentar prolongamentos laterais a partir das argolas, chamadas de agulhas. Quando se procura desviar lateralmente a cabeça e o pescoço de um animal novo, ainda sem flexionamento, indicando lhe a direção a seguir, é comum que o mesmo apresente uma reação a este comando, não cedendo à ação do cavaleiro. As agulhas vão impedir que o bridão corra e venha a sair da boca do animal, por estarem apoiadas na face externa da bochecha.
A elevação da base do pescoço, como já citado anteriormente, dependerá do aumento do engajamento dos membros posteriores, e da resistência das mãos do cavaleiro sobre a embocadura. Esta mudança de postura pode ser obtida com o uso ainda do bridão de agulha, ou mesmo com o bridão em “D”. que favorece o apoio. O motivo veremos mais tarde.
A descontração do maxilar do cavalo é uma meta a ser perseguida pelo cavaleiro, principalmente quando monta animais de apoio muito pesado. Algumas embocaduras são dotadas de um acessório que favorece a descontração do maxilar. São pequenos anéis de cobre, que envolvem a parte central do bocado. Sob o efeito destes anéis o animal é induzido a “brincar” com a embocadura, mascando-a suave e continuamente, na tentativa de degluti-la. Chama-se de efeito bomba a subida e descida do bocado quando desta atitude do cavalo. Este efeito sinaliza para o cavaleiro a descontração do maxilar. Observa-se a produção de espuma na boca do cavalo, provocada por uma salivação intensa. Por este motivo dá-se a este acessório o nome de salivador.
Algumas características das embocaduras podem favorecer ou inibir a descontração do maxilar. Os bocados articulados favorecem tal descontração, por serem elementos móveis na boca do animal. Da mesma forma os bridões de argola, por permitirem a movimentação do bocado para cima e para baixo, em favor do efeito “bomba".
Cavalos que não se apoiam com confiança na embocadura podem ter este apoio favorecido por instrumentos de bocado fixo. O bridão em “D” é um exemplo, que ao contrário do bridão de argola, limita a movimentação para cima e para baixo do bocado.
Em animais que se apresentam já bem apoiados e com um pescoço com base sustentada, bem posicionado, deve-se promover o flexionamento da nuca. Como já foi citado, o bridão de argola facilita a descontração do maxilar, indispensável para se obter o flexionamento da nuca, passo seguinte ao posicionamento correto do pescoço. As embocaduras dotadas de salivador podem ser um recurso avançado, para animais que não descontraindo o maxilar, não flexionam a nuca.
Os freios apresentam um número maior de detalhes que alteram a intensidade de sua ação. O comprimento das câimbras, canas ou pernas do freio ( hastes laterais que se prolongam a partir do bocado), e sobretudo a diferença entre suas porções inferior e superior, tornam o freio mais leve ou mais pesado, sendo mais leves os que apresentam a porção inferior mais curta, por um menor efeito multiplicador de força (alavanca). O fato de ter uma articulação entre as câimbras e o bocado torna o freio mais leve do que aquele que tem o bocado fixo às câimbras. Esta articulação amortece impactos e dissipa forças, tornando o freio mais leve. A forma do bocado também interfere na intensidade de ação do freio. Alguns freios apresentam uma curvatura no bocado, a passagem de língua, que como o próprio nome indica, permite a acomodação da língua sob a mesma. Desta forma o bocado se apoia diretamente nas barras, impedindo que a língua, entre barras e bocado, amorteça seu efeito. Com a passagem de língua, portanto, o freio torna-se mais pesado. O ajuste da barbela é ainda fundamental para o efeito do freio. Não deve ser muito apertada, por tornar muito forte sua ação, nem tão frouxa, o que resultará numa ineficiência da embocadura. Seu ajuste deve ser tal que permita pequena liberdade entre uma posição mais relaxada do freio, por relaxamento também das rédeas, e uma posição mais ajustada, ativa, pelo contato do cavaleiro através das rédeas.
Em casos mais rebeldes, em que o animal não aceite o flexionamento da nuca pelo uso do bridão, pode-se usar o freio, que pela própria forma de ação não só é mais pesado, geralmente, que o bridão, como também promove o flexionamento da nuca. Deve-se ter sempre em mente que tal mudança de postura deve ser conseguida pela descontração do maxilar, e nunca pelo uso da força. Reforçando o que já foi citado, as embocaduras com salivador favorecem o flexionamento da nuca, pelo efeito de descontração do maxilar. Deve-se cuidar, no entanto, quando do uso de embocaduras com salivador, para que seu efeito não venha a ser tal que desapoie o animal pelo excesso de descontração do maxilar! O uso das pernas gerando impulsão e já indispensável em qualquer fase do adestramento, é também de fundamental importância para que se evite estes casos.
Vulgarmente chamado de “freio-bridão”, o freio “Pelhan” é uma embocadura que apresenta características próprias, com argolas diferentes para rédeas se atarem, agindo distintamente como freio e bridão. Se as rédeas se atarem nas argolas do bridão, o efeito será desta embocadura. Caso as rédeas se encontrem atadas nas argolas de freio, a ação passa a ser desta outra. Pode-se ainda usar o Pelhan com quatro rédeas: duas atadas às argolas de freio e outras duas às argolas de bridão. De acordo com a posição das mãos, as ações se dividem com efeitos de freio e/ou bridão. Para tal são necessárias habilidade e experiência do cavaleiro.
Algumas embocaduras especiais apresentam características próprias, como bocados finos e retorcidos, pernas muito longas, passagem de língua demasiadamente alta, enfim, cuja utilização quase nunca é apropriada para o Mangalarga Marchador. Por apresentar um bom temperamento de sela, fácil aceitação dos comandos e ainda uma conformação leve, o Marchador dispensa para seu adestramento estas embocaduras especiais, principalmente se o adestramento for executado com técnica e por cavaleiro competente.
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O bridão se caracteriza por apresentar uma única argola onde se atam rédea e cabeçada. Esta argola encontra-se normalmente na mesma altura do “bocado” ( parte da embocadura que age dentro da boca ). Estas definições se traduzem no fato de que a ação do bridão se dá de forma direta, sem efeito multiplicador de forças.
O freio apresenta argolas distintas onde se atam a cabeçada e a rédea. O bocado encontra-se normalmente numa posição acima da argola onde se atam as rédeas. Enquanto a força aplicada pelas mãos do cavaleiro chega à boca do cavalo com a mesma intensidade quando do uso do bridão, o uso do freio promove um efeito multiplicador desta força, pela ação de alavanca que o caracteriza. E é esta dualidade de ações que diferencia basicamente o bridão do freio. Leia em "Mais Informações"
Enquanto o bridão atua nas comissuras labiais, e por isso precisa ser ajustado a elas, o freio atua nas barras, região da mandíbula desprovida de dentes. Tanto por suas características de ação como pela região em que agem no cavalo, bridão e freio têm efeitos diferentes: o bridão age levantando a cabeça e o pescoço do cavalo, enquanto o freio tem ação abaixadora da cabeça, além de induzir o flexionamento da nuca. De um modo geral, o bridão é uma embocadura de ação mais suave que o freio, e pode ser usado até o final do adestramento, desde que o cavaleiro seja habilidoso e o animal responda satisfatoriamente aos comandos. Cai por terra portanto o preconceito de que todo o trabalho de adestramento precisa ser finalizado com o freio.
Freio e bridão têm características próprias que resultam na maior ou menor intensidade de sua ação. Chamamos de leve uma embocadura que tem efeitos suaves, e pesada aquela cujo efeito é mais forte, mais atuante. De forma comum a freio e bridão, a embocadura será tanto mais leve quanto mais grossa for a espessura do bocado, sendo mais pesada a embocadura de bocado mais fino. Isto porque quanto mais fino o bocado, mais cortante será sua superfície de contato, portanto mais agressiva, mais atuante. O bocado pode ainda ser rígido ou articulado, sendo este último mais leve por permitir que a força de ação das mãos seja dissipada por sua articulação. O material no qual o bocado é constituído pode ainda gerar alterações de efeito nas embocaduras. Um bocado de borracha será menos agressivo que um de aço, portanto mais leve. O bridão de borracha tem seu uso recomendado para animais novos, que ainda são trabalhados com a focinheira, e servirá então para que o cavalo se habitue com uma embocadura dentro da boca. Neste caso o bridão de borracha não deve ser acionado pelas rédeas, mas sim ajustado à boca pela cabeçada, e as rédeas só devem se atar à focinheira.
Além destas características comuns a freio e bridão, outras particulares a cada uma das embocaduras resultam também em ações de maior ou menor intensidade. No bridão, um bocado que corre livre na argola absorve melhor impactos provenientes dos movimentos, diferente do que ocorre com bocados fixos nas argolas. Desta forma, quanto maior o diâmetro das argolas mais livre ficará o bocado.
Para animais em início de adestramento, é sugerido o uso de um bridão leve (grosso), que permita um apoio franco do cavalo. Sugere-se um bridão de “agulha”. Esta embocadura se caracteriza por apresentar prolongamentos laterais a partir das argolas, chamadas de agulhas. Quando se procura desviar lateralmente a cabeça e o pescoço de um animal novo, ainda sem flexionamento, indicando lhe a direção a seguir, é comum que o mesmo apresente uma reação a este comando, não cedendo à ação do cavaleiro. As agulhas vão impedir que o bridão corra e venha a sair da boca do animal, por estarem apoiadas na face externa da bochecha.
A elevação da base do pescoço, como já citado anteriormente, dependerá do aumento do engajamento dos membros posteriores, e da resistência das mãos do cavaleiro sobre a embocadura. Esta mudança de postura pode ser obtida com o uso ainda do bridão de agulha, ou mesmo com o bridão em “D”. que favorece o apoio. O motivo veremos mais tarde.
A descontração do maxilar do cavalo é uma meta a ser perseguida pelo cavaleiro, principalmente quando monta animais de apoio muito pesado. Algumas embocaduras são dotadas de um acessório que favorece a descontração do maxilar. São pequenos anéis de cobre, que envolvem a parte central do bocado. Sob o efeito destes anéis o animal é induzido a “brincar” com a embocadura, mascando-a suave e continuamente, na tentativa de degluti-la. Chama-se de efeito bomba a subida e descida do bocado quando desta atitude do cavalo. Este efeito sinaliza para o cavaleiro a descontração do maxilar. Observa-se a produção de espuma na boca do cavalo, provocada por uma salivação intensa. Por este motivo dá-se a este acessório o nome de salivador.
Algumas características das embocaduras podem favorecer ou inibir a descontração do maxilar. Os bocados articulados favorecem tal descontração, por serem elementos móveis na boca do animal. Da mesma forma os bridões de argola, por permitirem a movimentação do bocado para cima e para baixo, em favor do efeito “bomba".
Cavalos que não se apoiam com confiança na embocadura podem ter este apoio favorecido por instrumentos de bocado fixo. O bridão em “D” é um exemplo, que ao contrário do bridão de argola, limita a movimentação para cima e para baixo do bocado.
Em animais que se apresentam já bem apoiados e com um pescoço com base sustentada, bem posicionado, deve-se promover o flexionamento da nuca. Como já foi citado, o bridão de argola facilita a descontração do maxilar, indispensável para se obter o flexionamento da nuca, passo seguinte ao posicionamento correto do pescoço. As embocaduras dotadas de salivador podem ser um recurso avançado, para animais que não descontraindo o maxilar, não flexionam a nuca.
Os freios apresentam um número maior de detalhes que alteram a intensidade de sua ação. O comprimento das câimbras, canas ou pernas do freio ( hastes laterais que se prolongam a partir do bocado), e sobretudo a diferença entre suas porções inferior e superior, tornam o freio mais leve ou mais pesado, sendo mais leves os que apresentam a porção inferior mais curta, por um menor efeito multiplicador de força (alavanca). O fato de ter uma articulação entre as câimbras e o bocado torna o freio mais leve do que aquele que tem o bocado fixo às câimbras. Esta articulação amortece impactos e dissipa forças, tornando o freio mais leve. A forma do bocado também interfere na intensidade de ação do freio. Alguns freios apresentam uma curvatura no bocado, a passagem de língua, que como o próprio nome indica, permite a acomodação da língua sob a mesma. Desta forma o bocado se apoia diretamente nas barras, impedindo que a língua, entre barras e bocado, amorteça seu efeito. Com a passagem de língua, portanto, o freio torna-se mais pesado. O ajuste da barbela é ainda fundamental para o efeito do freio. Não deve ser muito apertada, por tornar muito forte sua ação, nem tão frouxa, o que resultará numa ineficiência da embocadura. Seu ajuste deve ser tal que permita pequena liberdade entre uma posição mais relaxada do freio, por relaxamento também das rédeas, e uma posição mais ajustada, ativa, pelo contato do cavaleiro através das rédeas.
Em casos mais rebeldes, em que o animal não aceite o flexionamento da nuca pelo uso do bridão, pode-se usar o freio, que pela própria forma de ação não só é mais pesado, geralmente, que o bridão, como também promove o flexionamento da nuca. Deve-se ter sempre em mente que tal mudança de postura deve ser conseguida pela descontração do maxilar, e nunca pelo uso da força. Reforçando o que já foi citado, as embocaduras com salivador favorecem o flexionamento da nuca, pelo efeito de descontração do maxilar. Deve-se cuidar, no entanto, quando do uso de embocaduras com salivador, para que seu efeito não venha a ser tal que desapoie o animal pelo excesso de descontração do maxilar! O uso das pernas gerando impulsão e já indispensável em qualquer fase do adestramento, é também de fundamental importância para que se evite estes casos.
Vulgarmente chamado de “freio-bridão”, o freio “Pelhan” é uma embocadura que apresenta características próprias, com argolas diferentes para rédeas se atarem, agindo distintamente como freio e bridão. Se as rédeas se atarem nas argolas do bridão, o efeito será desta embocadura. Caso as rédeas se encontrem atadas nas argolas de freio, a ação passa a ser desta outra. Pode-se ainda usar o Pelhan com quatro rédeas: duas atadas às argolas de freio e outras duas às argolas de bridão. De acordo com a posição das mãos, as ações se dividem com efeitos de freio e/ou bridão. Para tal são necessárias habilidade e experiência do cavaleiro.
Algumas embocaduras especiais apresentam características próprias, como bocados finos e retorcidos, pernas muito longas, passagem de língua demasiadamente alta, enfim, cuja utilização quase nunca é apropriada para o Mangalarga Marchador. Por apresentar um bom temperamento de sela, fácil aceitação dos comandos e ainda uma conformação leve, o Marchador dispensa para seu adestramento estas embocaduras especiais, principalmente se o adestramento for executado com técnica e por cavaleiro competente.
acumpura iquina
Acupuntura em Eqüinos
27/09/2007 16h25min
A acupuntura em eqüinos é utilizada principalmente em cavalos atletas tanto para tratar problemas como para prevenir novas lesões.
Os cavalos atletas estão susceptíveis á muitas lesões crônicas que cursam ou não com dor e/ou claudicação (manqueira).Sendo assim a acupuntura mostra-se como um recurso terapêutico importante, juntamente coma fisioterapia no alivio destas enfermidades.
De forma geral, podemos indicar a acupuntura como tratamento primário ou adjuvante de problemas do sistema locomotor (ósseo, muscular, articular, tendíneo e ligamentoso) que são a grande maioria das alterações que se encontra em eqüinos atletas.
Além das alterações citadas, freqüentemente indica-se a acupuntura como tratamento adjuvante das seguintes patologias:
- MEP (mieloencefalomielite protozoária eqüina)
- Babesioses
- Lombalgias
- Doenças que cursam com um sistema imunológico deficiente
- Problemas crônicos de pele
- Insuficiência renal /hepática
- Distúrbios hormonais
- Problemas reprodutivos como anestro, baixa fertilidade, etc
- Alterações de comportamento
- Quedas de perfomance
- Outros
Pontos de diagnóstico
Além da utilização da acupuntura como recurso terapêutico, ela também pode ser usada para diagnosticar muitas lesões. Isto acontece porque existem pontos de acupuntura que quando palpados indicam alterações em muitos órgãos ou sistemas. Por exemplo, existem pontos diagnósticos que são indicativos de lesões no boleto, cascos, quartela, jarrete e assim por diante. Este recurso é muito importante, porque à através dele que se consegue, muitas vezes prevenir lesões que ainda estão por vir ou que o animal ainda não mostrou sintoma físico.
Quando se associa a acupuntura em eqüinos a outras terapias complementares como a fisioterapia, a homeopatia e a fitoterapia, além de um programa adequado de treinamento, os resultados costumam ser excelentes.
Fonte : Cristiane Leticia Ferreira REAB VET - Acupuntura e Fisioterapia Veterinária
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27/09/2007 16h25min
A acupuntura em eqüinos é utilizada principalmente em cavalos atletas tanto para tratar problemas como para prevenir novas lesões.
Os cavalos atletas estão susceptíveis á muitas lesões crônicas que cursam ou não com dor e/ou claudicação (manqueira).Sendo assim a acupuntura mostra-se como um recurso terapêutico importante, juntamente coma fisioterapia no alivio destas enfermidades.
De forma geral, podemos indicar a acupuntura como tratamento primário ou adjuvante de problemas do sistema locomotor (ósseo, muscular, articular, tendíneo e ligamentoso) que são a grande maioria das alterações que se encontra em eqüinos atletas.
Além das alterações citadas, freqüentemente indica-se a acupuntura como tratamento adjuvante das seguintes patologias:
- MEP (mieloencefalomielite protozoária eqüina)
- Babesioses
- Lombalgias
- Doenças que cursam com um sistema imunológico deficiente
- Problemas crônicos de pele
- Insuficiência renal /hepática
- Distúrbios hormonais
- Problemas reprodutivos como anestro, baixa fertilidade, etc
- Alterações de comportamento
- Quedas de perfomance
- Outros
Pontos de diagnóstico
Além da utilização da acupuntura como recurso terapêutico, ela também pode ser usada para diagnosticar muitas lesões. Isto acontece porque existem pontos de acupuntura que quando palpados indicam alterações em muitos órgãos ou sistemas. Por exemplo, existem pontos diagnósticos que são indicativos de lesões no boleto, cascos, quartela, jarrete e assim por diante. Este recurso é muito importante, porque à através dele que se consegue, muitas vezes prevenir lesões que ainda estão por vir ou que o animal ainda não mostrou sintoma físico.
Quando se associa a acupuntura em eqüinos a outras terapias complementares como a fisioterapia, a homeopatia e a fitoterapia, além de um programa adequado de treinamento, os resultados costumam ser excelentes.
Fonte : Cristiane Leticia Ferreira REAB VET - Acupuntura e Fisioterapia Veterinária
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sexta-feira, 19 de março de 2010
chamado de cavalo naciona do brasi
ublicações em nosso Portal nas categorias: Crônicas, Doma, Saúde, Nutrição e Negócios
Postado por BETO CORÁ às 05:09 0 comentários
AMDAMENTO DO MANGUALARGA
Mangalarga - Um cavalo de andamento macio
By
Nov 2, 2004, 12:42
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Chamado de o Cavalo Nacional do Brasil, onde a procriação atinge a casa das centenas de milhares e tem conduzido montadores através das terras brasileiras durante mais de 200 anos, a história do cavalo Mangalarga Marchador começa no início do século 19, quando o Rei de Portugal, D. João VI, fugiu de seu país para escapar à captura pelas tropas de Napoleão. O rei escolheu o Brasil para seu lugar de exílio, levando sua família e vários de seus garanhões favoritos. Conhecidos como cavalos Altér-Real, a raça tinha sido formada de cavalos nativos da Península Ibérica, bem assim das Ilhas da Madeira e Canárias. Com a sua elegante estatura e temperamento dócil, o Altér-Real era uma raça desenvolvida exclusivamente pelo rei.
Uma vez no Brasil, o Rei João resolveu continuar com o seu programa de procriação e cruzou garanhões Altér-Real com éguas Berberes que haviam sido importadas da África. Um dos resultados desses cruzamentos foi um garanhão chamado Sublime, que foi cruzado com éguas Berberes, assim como com éguas da raça Ginete Espanhol (cavalos de marcha que vieram da Espanha com os conquistadores europeus). Os cavalos resultantes, chamados Cavalos Sublime, eram de passo rápido e macio. Os mesmos também apresentam incrível resistência.
Os Cavalos Sublimes não passaram despercebidos no interior brasileiro. O proprietário de uma fazenda próxima do Rio de Janeiro, chamada Fazenda Mangalarga, começou a criar esses cavalos para valer. A fazenda produziu tantos desses cavalos, que a raça perdeu o seu nome de “Cavalo Sublime” e passou a ser conhecida como Cavalos Mangalarga. A raça conservou esse nome até na década de 1930, quando “Marchador” foi acrescentado para distinguir o cavalo de uma raça aparentada conhecida como Mangalarga Paulista, desenvolvida por criadores que cruzaram o Mangalarga com cavalos de sangue-puro - árabes e “standardbred”.
Em 1949, foi criada a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM). As metas da organização eram estabelecer padrões de criação para o Marchador e para promover a raça, particularmente o seu passo macio, ou “marcha”. Cerca de 4.000 pessoas são membros da ABCCMM no Brasil e 350.000 Marchadores estão registrados nesse país.
Embora o Mangalarga Marchador seja um entre diversos cavalos de marcha sul-americanos, a raça é verdadeiramente singular quando comparada com o Paso Peruano, o Paso Fino e mesmo o Marchador Paulista, com o qual mantém laços estreitos.
Um dos aspectos mais inusitados dos Mangalarga Marchadores é o tipo de andamento da raça. Nascido naturalmente com a habilidade de executar a marcha picada e a marcha batida, o Mangalarga Marchador é a única raça sul-americana capaz de realizar tais marchas.
No Brasil, os Marchadores são cavalos que trabalham duro, usados primariamente para movimentação de boiadas e transporte através de terreno acidentado. Os cavalos também são expostos, onde são avaliados com base na conformação e no desempenho.
Nos Estados Unidos, os Marchadores estão sendo comercializados para diversos esportes. Eles são uma opção natural para cavalgada de enduro e se constituem em excelentes cavalos para trail.
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AMDAMENTO DO MANGUALARGA
Mangalarga - Um cavalo de andamento macio
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Nov 2, 2004, 12:42
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Chamado de o Cavalo Nacional do Brasil, onde a procriação atinge a casa das centenas de milhares e tem conduzido montadores através das terras brasileiras durante mais de 200 anos, a história do cavalo Mangalarga Marchador começa no início do século 19, quando o Rei de Portugal, D. João VI, fugiu de seu país para escapar à captura pelas tropas de Napoleão. O rei escolheu o Brasil para seu lugar de exílio, levando sua família e vários de seus garanhões favoritos. Conhecidos como cavalos Altér-Real, a raça tinha sido formada de cavalos nativos da Península Ibérica, bem assim das Ilhas da Madeira e Canárias. Com a sua elegante estatura e temperamento dócil, o Altér-Real era uma raça desenvolvida exclusivamente pelo rei.
Uma vez no Brasil, o Rei João resolveu continuar com o seu programa de procriação e cruzou garanhões Altér-Real com éguas Berberes que haviam sido importadas da África. Um dos resultados desses cruzamentos foi um garanhão chamado Sublime, que foi cruzado com éguas Berberes, assim como com éguas da raça Ginete Espanhol (cavalos de marcha que vieram da Espanha com os conquistadores europeus). Os cavalos resultantes, chamados Cavalos Sublime, eram de passo rápido e macio. Os mesmos também apresentam incrível resistência.
Os Cavalos Sublimes não passaram despercebidos no interior brasileiro. O proprietário de uma fazenda próxima do Rio de Janeiro, chamada Fazenda Mangalarga, começou a criar esses cavalos para valer. A fazenda produziu tantos desses cavalos, que a raça perdeu o seu nome de “Cavalo Sublime” e passou a ser conhecida como Cavalos Mangalarga. A raça conservou esse nome até na década de 1930, quando “Marchador” foi acrescentado para distinguir o cavalo de uma raça aparentada conhecida como Mangalarga Paulista, desenvolvida por criadores que cruzaram o Mangalarga com cavalos de sangue-puro - árabes e “standardbred”.
Em 1949, foi criada a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM). As metas da organização eram estabelecer padrões de criação para o Marchador e para promover a raça, particularmente o seu passo macio, ou “marcha”. Cerca de 4.000 pessoas são membros da ABCCMM no Brasil e 350.000 Marchadores estão registrados nesse país.
Embora o Mangalarga Marchador seja um entre diversos cavalos de marcha sul-americanos, a raça é verdadeiramente singular quando comparada com o Paso Peruano, o Paso Fino e mesmo o Marchador Paulista, com o qual mantém laços estreitos.
Um dos aspectos mais inusitados dos Mangalarga Marchadores é o tipo de andamento da raça. Nascido naturalmente com a habilidade de executar a marcha picada e a marcha batida, o Mangalarga Marchador é a única raça sul-americana capaz de realizar tais marchas.
No Brasil, os Marchadores são cavalos que trabalham duro, usados primariamente para movimentação de boiadas e transporte através de terreno acidentado. Os cavalos também são expostos, onde são avaliados com base na conformação e no desempenho.
Nos Estados Unidos, os Marchadores estão sendo comercializados para diversos esportes. Eles são uma opção natural para cavalgada de enduro e se constituem em excelentes cavalos para trail.
equitaçao
O Cavalo para Avaliação Inicialpostado por EQUITAÇÃO ESPECIAL em Equitação & Equitação Especial - 17 horas atrás
Desde a inauguração do nosso blog tenho recebido diversas questões sobre a avaliação inicial do praticante e o cavalo ideal para esse momento . A avaliação inicial e seu método de execução variam de centro...
Desde a inauguração do nosso blog tenho recebido diversas questões sobre a avaliação inicial do praticante e o cavalo ideal para esse momento . A avaliação inicial e seu método de execução variam de centro...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Enduro Paraequestre é um dos esportes hípicos. A palavra enduro é uma abreviação de endurance, que em inglês é sinônimo de resistência. O enduro paraeqüestre é dirigido para portadores de deficiência física, paralisia cerebral e Síndrome de down. Trata-se de uma modalidade de competição que é uma modalidade esportiva originária do turismo eqüestre onde cavalo e cavaleiro devem percorrer uma trilha com obstáculos naturais, demarcada em um tempo pré-determinado, ou em velocidade controlada. É, atualmente, o esporte que está crescendo em número de eventos por ano e já ocupa uma posição de destaque no Distrito Federal. Na Categoria Intermediária, que é realizada ao trote, em trilhas de até 10 km, em sua versão mais longa, mas devendo aumentar o percurso.
Notoriamente, o Enduro Eqüestre Adaptado ou Enduro Paraequestre está conquistando a participação de mais centros de Equoterapia e Equitação e interesse das comunidades do meio eqüestre. Todos os cavaleiros praticantes das categorias unificadas são acompanhados por cavaleiros do Enduro Convencional, que fazem questão de participar também da premiação e auxiliar no treinamento dos atletas especiais.
O "vet-check" é o que desclassifica os cavalos demasiadamente cansados ou que mostrem qualquer sinal de dor no sistema locomotor. O enduro paraequestre é disputado por conjuntos compostos de um cavaleiro/amazona e um cavalo/égua, não podendo nenhum dos membros ser substituído durante a prova. Uma característica interessante é que todos cavalgam juntos, não havendo distinção entre homens e mulheres. Além disso, o enduro é conhecido por proporcionar um ambiente familiar, no qual todos cavalgam juntos e onde se tem contato com a natureza durante todo o dia. Vence a prova o cavalo que chegar ao final no menor tempo, ou no tempo mais próximo do ideal e o animal for aprovado no "vet-check" conforme o regulamento utilizado.
http://enduroparaequestredf.ning.com
Adote um praticante!
INSTITUTO CAVALO SOLIDÁRIO – Brasília/DF
EQUOTERAPIA: SAÚDE E EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO CAVALO
Equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais. Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais. O Instituto Cavalo Solidário é uma instituição sem fins lucrativos que seguindo a doutrina da Associação Nacional de Equoterapia – ANDE/BRASIL, visa proporcionar à comunidade atendimento às pessoas que necessitam de tratamento por meio da equoterapia. E vai além, estendendo essa atuação aos familiares dos praticantes, de modo que todos os agentes envolvidos tenham condições de proporcionar evolução no processo de reabilitação. Ela atende gratuitamente 50 (cinqüenta) praticantes, com dois projetos Terapêuticos Equoterápico e Educacional.
O Instituto também está investindo no ENDURO EQUESTRE ADAPTADO OU ENDURO PARAEQUESTRE, criando uma Escola para preparar melhor os praticantes desta modalidade esportiva. Participe desse empreendimento humanitário que visa à melhoria na qualidade de vida de pessoas especiais e familiares.
Informações: Email: betocountrycora@gmail.com e alberto@cavalosolidario.org.brSite: http://www.cavalosolidario.org.br/
Notoriamente, o Enduro Eqüestre Adaptado ou Enduro Paraequestre está conquistando a participação de mais centros de Equoterapia e Equitação e interesse das comunidades do meio eqüestre. Todos os cavaleiros praticantes das categorias unificadas são acompanhados por cavaleiros do Enduro Convencional, que fazem questão de participar também da premiação e auxiliar no treinamento dos atletas especiais.
O "vet-check" é o que desclassifica os cavalos demasiadamente cansados ou que mostrem qualquer sinal de dor no sistema locomotor. O enduro paraequestre é disputado por conjuntos compostos de um cavaleiro/amazona e um cavalo/égua, não podendo nenhum dos membros ser substituído durante a prova. Uma característica interessante é que todos cavalgam juntos, não havendo distinção entre homens e mulheres. Além disso, o enduro é conhecido por proporcionar um ambiente familiar, no qual todos cavalgam juntos e onde se tem contato com a natureza durante todo o dia. Vence a prova o cavalo que chegar ao final no menor tempo, ou no tempo mais próximo do ideal e o animal for aprovado no "vet-check" conforme o regulamento utilizado.
http://enduroparaequestredf.ning.com
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INSTITUTO CAVALO SOLIDÁRIO – Brasília/DF
EQUOTERAPIA: SAÚDE E EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO CAVALO
Equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais. Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais. O Instituto Cavalo Solidário é uma instituição sem fins lucrativos que seguindo a doutrina da Associação Nacional de Equoterapia – ANDE/BRASIL, visa proporcionar à comunidade atendimento às pessoas que necessitam de tratamento por meio da equoterapia. E vai além, estendendo essa atuação aos familiares dos praticantes, de modo que todos os agentes envolvidos tenham condições de proporcionar evolução no processo de reabilitação. Ela atende gratuitamente 50 (cinqüenta) praticantes, com dois projetos Terapêuticos Equoterápico e Educacional.
O Instituto também está investindo no ENDURO EQUESTRE ADAPTADO OU ENDURO PARAEQUESTRE, criando uma Escola para preparar melhor os praticantes desta modalidade esportiva. Participe desse empreendimento humanitário que visa à melhoria na qualidade de vida de pessoas especiais e familiares.
Informações: Email: betocountrycora@gmail.com e alberto@cavalosolidario.org.brSite: http://www.cavalosolidario.org.br/
efeitos da terapia com cavalos
Todos conhecem e admiram o valor do cavalo na vida de uma pessoa e o quanto tem sido útil para a evolução da humanidade. O que muitos não sabem é que o contato com esse animal pode também trazer benefícios às pessoas com deficiência, por meio da eqüoterapia. O cavalo é um animal dócil, de porte e força, que se deixa montar e manusear, transformando-se em um amigo para o praticante, que cria com ele um importante laço afetivo. Essa relação de confiança e cumplicidade é essencial na sua recuperação, proporcionando ganhos não apenas no aspecto físico como também psicológico, possibilitando à pessoa em terapia uma boa dose de motivação e auto-estima para seguir em frente e alcançar a sua reabilitação.
A ANDE-Brasil, Associação Nacional de Eqüoterapia, fundada há 17 anos e sediada em Brasília, é responsável pela capacitação nessa área, reconhecendo e ministrando cursos em todo o Brasil. A associação define a eqüoterapia como um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e quitação, buscando o desenvolvimento biopsicos-social de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Na eqüoterapia, o animal é o objeto inter-mediador entre o praticante e o terapeuta. O contato com o cavalo propicia melhora na autonomia e independência. Além disso, promove a organização e a consciência do corpo, estimula a força muscular, melhora o equilíbrio, a postura e desenvolve a coordenação motora, entre outros.
Segundo o presidente da ANDE-Brasil, Lélio de Castro Cirillo, os profissionais que atuam na eqüoterapia são especializados em: Fisioterapia, Psicologia, Equitação, Terapia Ocupacional, Pedagogia, Psicopedagogia, Educação Física e Fonoaudiologia, entre outros. Sendo o mínimo para composição de uma equipe: fisioterapeuta, psicólogo e equitador.
INDICAÇÃO
A eqüoterapia é indicada para crianças e adultos, em diversos casos, como paralisia cerebral, acidente vascular cerebral (derrame), trauma crânio encefálico, lesões medulares, síndromes, autismo, psicoses, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), deficiência visual, deficiência auditiva, fobias, estresse, entre outros.
A terapia só pode ser indicada após avaliação médica, psicológica e fisioterapêutica. As sessões podem ser realizadas em grupo, porém o planejamento e o acompanhamento devem ser individuais.
É indispensável que o terapeuta conheça a patologia do paciente, o cavalo, as técnicas específicas a empregar nas áreas de saúde, educação e equitação e entenda as necessidades do praticante. Durante toda a sessão, o terapeuta ajuda a estimular a auto confiança, auto-estima, a fala e a linguagem. Promove, ainda, estimulação tátil, orientação espacial e temporal, memória, percepção visual e auditivas, equilíbrio e direção, entre outros.
Na eqüoterapia são oferecidos quatro programas destinados às diversas necessidades dos praticantes: 1) A Hipoterapia: um programa de reabilitação para pessoa com deficiência física ou intelectual, que não têm condições para se manter sozinha no cavalo. Necessita, potanto, de auxiliar - guia e auxiliar - lateral, que ficam junto e ao lado do praticante, acompanhados pelo terapeuta, que conduz a execução dos exercicios programados. 2) A Reeducação eqüestre: um programa de reabilitação ou educativo para quem tem condição de exerxer alguma atuação sobre o cavalo e conduzi-lo. 3) O Pré-esportivo: um programa de reabilitação ou educativo para quem tem boas condições para atuar e conduzir o cavalo. O praticante pode participar de alguns exercícios de hipismo. 4) Esportivo: aplicado também como reabilitação e educativo para quem tem boas condições para andar à cavalo, já podendo participar de competições hípicas. Todos os programas contam com a orientação dos profissionais.
O CAVALO E A TERAPIA
Cada passo completo do cavalo apresenta padrões semelhantes aos de caminhar humano e impõe um deslocamento da cintura pélvica (quadril) da pessoa quando ela está sobre o animal. A primeira manifestação física quando a pessoa anda à cavalo é o ajuste tônico, que se torna rítmico, com o deslocamento do cavalo em cada passo, ou seja, na medida em que o praticante anda à cavalo, há um ajuste natural do corpo, em que o movimento de seu quadril acompanha o ritmo do andar do cavalo. A adaptação a esse ritmo é uma das peças mestras da eqüoterapia.
O cavalo nunca está totalmente parado. A troca de apoio das patas, o deslocamento da cabeça ao olhar para os lados, as flexões da coluna, o abaixar e alongar do pescoço impõem ao cavaleiro um ajuste no seu comportamento muscular, a fim de responder aos desequilíbrios provocados por esses movimentos. Os deslocamentos da cintura pélvica produzem vibrações que são transmitidas ao cérebro do praticante, via medula, o que já foi apontado ser adequado à saúde, por trazerem reações de “endireitamento” do corpo, ajustando a postura e melhorando seu equilíbrio.
É preciso um animal especial e adestramento para atuar nessa terapia, chamado de “cavalo-tipo”, com andadura correta. O cavalo é trabalhado para aceitar os comandos de uma pessoa com deficiência. Os cuidados dispensados ao animal são os mesmos relativos aos cuidados básicos de um cavalo comum, com diferenças apenas na alimentação. Em geral, consome alfafa, feno e capim (proteínas), além de uma ração específica com nutrientes necessários para seu bem-estar.
A segurança física do praticante deve ser uma preocupação constante de toda a equipe, com atenção especial ao comportamento e atitudes habituais do cavalo e às circunstâncias que podem vir a modifica-los. O local das sessões também merece atenção para evitar ruídos anormais que venham assustar os animais.
CUSTO X BENEFÍCIO
De acordo com a psicopedagoga Liana Santos, os ganhos motores e psicológicos são visíveis e os resultados podem aparecer em 6 meses de montaria, com sessões semanais de em média 40 minutos. As dificuldades ainda são a falta de informação sobre a existência do método e o tabu de se tratar de uma terapia. Na rede particular, pode custar em torno de R$ 280,00 a R$ 400,00 por mês, com sessões semanais. Todos os centros de eqüoterapia, filiados a ANDE-BRASIL, reservam 20% de seus atendimentos para pessoas que não podem pagar. As informações sobre a disponibilidade dessas estão no site http://www.equoterapia.org.br/. É só conferir os centros e entrar em contato
A ANDE-Brasil, Associação Nacional de Eqüoterapia, fundada há 17 anos e sediada em Brasília, é responsável pela capacitação nessa área, reconhecendo e ministrando cursos em todo o Brasil. A associação define a eqüoterapia como um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e quitação, buscando o desenvolvimento biopsicos-social de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Na eqüoterapia, o animal é o objeto inter-mediador entre o praticante e o terapeuta. O contato com o cavalo propicia melhora na autonomia e independência. Além disso, promove a organização e a consciência do corpo, estimula a força muscular, melhora o equilíbrio, a postura e desenvolve a coordenação motora, entre outros.
Segundo o presidente da ANDE-Brasil, Lélio de Castro Cirillo, os profissionais que atuam na eqüoterapia são especializados em: Fisioterapia, Psicologia, Equitação, Terapia Ocupacional, Pedagogia, Psicopedagogia, Educação Física e Fonoaudiologia, entre outros. Sendo o mínimo para composição de uma equipe: fisioterapeuta, psicólogo e equitador.
INDICAÇÃO
A eqüoterapia é indicada para crianças e adultos, em diversos casos, como paralisia cerebral, acidente vascular cerebral (derrame), trauma crânio encefálico, lesões medulares, síndromes, autismo, psicoses, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), deficiência visual, deficiência auditiva, fobias, estresse, entre outros.
A terapia só pode ser indicada após avaliação médica, psicológica e fisioterapêutica. As sessões podem ser realizadas em grupo, porém o planejamento e o acompanhamento devem ser individuais.
É indispensável que o terapeuta conheça a patologia do paciente, o cavalo, as técnicas específicas a empregar nas áreas de saúde, educação e equitação e entenda as necessidades do praticante. Durante toda a sessão, o terapeuta ajuda a estimular a auto confiança, auto-estima, a fala e a linguagem. Promove, ainda, estimulação tátil, orientação espacial e temporal, memória, percepção visual e auditivas, equilíbrio e direção, entre outros.
Na eqüoterapia são oferecidos quatro programas destinados às diversas necessidades dos praticantes: 1) A Hipoterapia: um programa de reabilitação para pessoa com deficiência física ou intelectual, que não têm condições para se manter sozinha no cavalo. Necessita, potanto, de auxiliar - guia e auxiliar - lateral, que ficam junto e ao lado do praticante, acompanhados pelo terapeuta, que conduz a execução dos exercicios programados. 2) A Reeducação eqüestre: um programa de reabilitação ou educativo para quem tem condição de exerxer alguma atuação sobre o cavalo e conduzi-lo. 3) O Pré-esportivo: um programa de reabilitação ou educativo para quem tem boas condições para atuar e conduzir o cavalo. O praticante pode participar de alguns exercícios de hipismo. 4) Esportivo: aplicado também como reabilitação e educativo para quem tem boas condições para andar à cavalo, já podendo participar de competições hípicas. Todos os programas contam com a orientação dos profissionais.
O CAVALO E A TERAPIA
Cada passo completo do cavalo apresenta padrões semelhantes aos de caminhar humano e impõe um deslocamento da cintura pélvica (quadril) da pessoa quando ela está sobre o animal. A primeira manifestação física quando a pessoa anda à cavalo é o ajuste tônico, que se torna rítmico, com o deslocamento do cavalo em cada passo, ou seja, na medida em que o praticante anda à cavalo, há um ajuste natural do corpo, em que o movimento de seu quadril acompanha o ritmo do andar do cavalo. A adaptação a esse ritmo é uma das peças mestras da eqüoterapia.
O cavalo nunca está totalmente parado. A troca de apoio das patas, o deslocamento da cabeça ao olhar para os lados, as flexões da coluna, o abaixar e alongar do pescoço impõem ao cavaleiro um ajuste no seu comportamento muscular, a fim de responder aos desequilíbrios provocados por esses movimentos. Os deslocamentos da cintura pélvica produzem vibrações que são transmitidas ao cérebro do praticante, via medula, o que já foi apontado ser adequado à saúde, por trazerem reações de “endireitamento” do corpo, ajustando a postura e melhorando seu equilíbrio.
É preciso um animal especial e adestramento para atuar nessa terapia, chamado de “cavalo-tipo”, com andadura correta. O cavalo é trabalhado para aceitar os comandos de uma pessoa com deficiência. Os cuidados dispensados ao animal são os mesmos relativos aos cuidados básicos de um cavalo comum, com diferenças apenas na alimentação. Em geral, consome alfafa, feno e capim (proteínas), além de uma ração específica com nutrientes necessários para seu bem-estar.
A segurança física do praticante deve ser uma preocupação constante de toda a equipe, com atenção especial ao comportamento e atitudes habituais do cavalo e às circunstâncias que podem vir a modifica-los. O local das sessões também merece atenção para evitar ruídos anormais que venham assustar os animais.
CUSTO X BENEFÍCIO
De acordo com a psicopedagoga Liana Santos, os ganhos motores e psicológicos são visíveis e os resultados podem aparecer em 6 meses de montaria, com sessões semanais de em média 40 minutos. As dificuldades ainda são a falta de informação sobre a existência do método e o tabu de se tratar de uma terapia. Na rede particular, pode custar em torno de R$ 280,00 a R$ 400,00 por mês, com sessões semanais. Todos os centros de eqüoterapia, filiados a ANDE-BRASIL, reservam 20% de seus atendimentos para pessoas que não podem pagar. As informações sobre a disponibilidade dessas estão no site http://www.equoterapia.org.br/. É só conferir os centros e entrar em contato
terça-feira, 16 de março de 2010
a equitacaçao uma atividade esportiva que significativa
A equitação é uma atividade esportiva que exige uma significativa variação do trabalho muscular do cavaleiro, pois em cada modalidade, tipo de prova e a cada instante da ação, no ato de montar, ocorre determinada solicitação motora Quando praticamos a arte eqüestre, comprovamos que uma boa posição do cavaleiro é muito importante no desempenho do conjunto, uma vez que a posição precede a ação. Um cavaleiro que não possui um bom condicionamento físico certamente não vai conseguir manter uma boa posição à cavalo, isso porque ele terá um desgaste prematuro. Assim, a fim de abranger de forma mais completa o assunto, e na intenção de compreender como ocorrem as diversas formas de expressão motora da anatomia humana, analisaremos os esforços realizados pelo corpo do cavaleiro, considerando os seguintes segmentos corporais:
1) cabeça e pescoço,
2) tronco,
3) membros superiores,
4) punhos e mãos,
5) quadril,
6) coxas,
7) pernas,
8) joelhos ,
9) tornozelos e pés.
Cabeça e pescoço
A cabeça deve-se manter sempre aprumada executando, ocasionalmente, leves rotações. A posição correta, altiva e voltada para frente, resulta da contração isométrica da musculatura local, isto é, contração muscular sem movimentação de segmento.É importante ressaltar que é neste segmento que se situa a região cervical da coluna vertebral, que, além de possuir grande mobilidade, contribui para a orientação espacial. Entre os músculos que atuam no local, os principais são o trapézio e o esternocleidomastóideo.
TroncoO tronco tem duas funções essenciais: envolve e protege os órgãos internos e atua como base para o movimento dos membros e postura da cabeça. A posição ereta é assegurada pela armação dinâmica da coluna, representada pelos músculos abdominais e dorsais. Como é sabido, a configuração da coluna vertebral não é retilínea, apresentando como curvaturas características a lordose cervical, de convexidade dirigida para trás; a cifose dorsal, de convexidade voltada para diante; a lordose lombar e a cifose sacra.
A lordose serve para amortecer os movimentos, a cervical, os da cabeça, enquanto a lombar, os do tronco; a cifose funciona de forma compensatória para esse amortecimento.
Dependendo da modalidade eqüestre, o tronco assume diversas posições, todavia duas são básicas: postura ereta ou em flexão e extensão. Na primeira ( postura ereta ), que predomina no adestramento, há uma contração estática de seus grupos musculares, ocorrendo um trabalho isométrico ( contração muscular sem movimentação de segmento ) que abrange também a musculatura do pescoço. A segunda posição, em flexão e extensão – assumida exemplarmente por ocasião de um salto ou de uma partida de pólo ( onde ocorre ainda a rotação lateral do tronco ) – é mais fatigante, embora perdure por frações de segundos. Além disso, há um trabalho de alongamento e encurtamento da musculatura posterior, anterior e lateral do tronco, numa região onde está inserida grande parte da coluna vertebral.
Membros superiores
Na equitação acadêmica, estes segmentos assumem uma posição flexionada, em torno de 90°, na articulação do cotovelo (trabalho muscular estático). Enquanto no salto (transposição de obstáculos) e em outra modalidades, os membros superiores executam também a extensão (trabalho muscular dinâmico). Estão incluídas nesta região a cintura escapular, a articulação do ombro, bem como a do cotovelo. A cintura escapular fixa a articulação do ombro ao tronco, promovendo a ligação entre este e o braço.
A articulação do ombro é a articulação de maior mobilidade do corpo humano. A articulação do cotovelo estabelece a ligação móvel entre o braço e o antebraço. Os principais músculos flexores desta região são o bíceps braquial e o braquial. O principal músculo extensor é o tríceps braquial.
Punhos e mãos
Situada na extremidade do membro superior, a mão é uma “ferramenta” muito aperfeiçoada, tendo como característica principal a função de apreensão, pela ação de colaboração entre o polegar e os demais dedos, formando uma espécie de pinça.
Na prática eqüestre, há um trabalho muscular específico tanto para a fixação do punho, como para apreensão das rédeas ( trabalho isométrico ). Os músculos flexores e extensores do carpo são os principais grupos musculares localizados nesta segmento.
Quadril
O quadril é de vital importância, em todas as modalidades eqüestres, uma vez que é nessa região lombar da coluna vertebral além do músculo iliopsoas, um dos mais importantes dessa região. Além disso, é onde deve ser absorvido todo e qualquer movimento desnecessário, bem como os impactos originados pelo contato entre o cavalo e o cavaleiro. A solicitação motora, principalmente com relação à flexibilidade e ao equilíbrio, é muito grande, já que, ao estar posicionado sempre em flexão, confere maior estabilidade à posição clássica do cavaleiro.
CoxasAs coxas permanecem estáticas, tendo sua parte medial ( interna ) pousada sobre a sela. Há um trabalho proeminentemente isométrico dos músculos adutores ( daí advém a forma arqueada dos membros inferiores do cavaleiro, comumente chamado de “pernas de cowboy” ). A função estática desse grupo muscular consiste em equilibrar o peso do tronco com relação à inclinação da bacia. Os principais músculos desta região são o quadríceps crural, os adutores, o bíceps crural e os abdutores.
Joelhos
A articulação dos joelhos confere apoio firme à unidade funcional formada pela coxa e pela perna. Além disso, deve ter boa mobilidade, para executar movimentos de amplitude moderada, em flexão e extensão, trabalhando sem nenhum apoio, quer seja no cavalo ou na sela. Para a flexão desta região, os músculos posteriores da coxa, especialmente o bíceps crural, exercem função primordial.
Pernas
Este segmento é de vital importância para a fixidez do cavaleiro, na impulsão, nas mudanças de direção e nas andaduras do cavalo. O trabalho desenvolvido pelos músculos dessa região é predominantemente estático ( isométrico ), com contrações alternadas ao pressionar os flancos do animal. Os principais músculos são os gastrocnêmios e os tibiais.
Tornozelos e pésA articulação dos tornozelos, à semelhança dos joelhos, deve ser flexível para que o pé do cavaleiro se posicione de modo correto, ou seja, em flexão dorsal, e possa executar leves movimentos de extensão, flexão e rotação, de acordo com a necessidade de comandar o cavalo, além de contribuir para a absorção dos impactos.
A flexão dorsal do pé é facultada pela posição do joelho, uma vez que há menor tensão do músculo posterior da perna ( gastrocnêmio ). Os principais músculos que promovem a posição correta dos tornozelos e pés na equitação acadêmica são o tibial anterior e os extensores dos dedos.
1) cabeça e pescoço,
2) tronco,
3) membros superiores,
4) punhos e mãos,
5) quadril,
6) coxas,
7) pernas,
8) joelhos ,
9) tornozelos e pés.
Cabeça e pescoço
A cabeça deve-se manter sempre aprumada executando, ocasionalmente, leves rotações. A posição correta, altiva e voltada para frente, resulta da contração isométrica da musculatura local, isto é, contração muscular sem movimentação de segmento.É importante ressaltar que é neste segmento que se situa a região cervical da coluna vertebral, que, além de possuir grande mobilidade, contribui para a orientação espacial. Entre os músculos que atuam no local, os principais são o trapézio e o esternocleidomastóideo.
TroncoO tronco tem duas funções essenciais: envolve e protege os órgãos internos e atua como base para o movimento dos membros e postura da cabeça. A posição ereta é assegurada pela armação dinâmica da coluna, representada pelos músculos abdominais e dorsais. Como é sabido, a configuração da coluna vertebral não é retilínea, apresentando como curvaturas características a lordose cervical, de convexidade dirigida para trás; a cifose dorsal, de convexidade voltada para diante; a lordose lombar e a cifose sacra.
A lordose serve para amortecer os movimentos, a cervical, os da cabeça, enquanto a lombar, os do tronco; a cifose funciona de forma compensatória para esse amortecimento.
Dependendo da modalidade eqüestre, o tronco assume diversas posições, todavia duas são básicas: postura ereta ou em flexão e extensão. Na primeira ( postura ereta ), que predomina no adestramento, há uma contração estática de seus grupos musculares, ocorrendo um trabalho isométrico ( contração muscular sem movimentação de segmento ) que abrange também a musculatura do pescoço. A segunda posição, em flexão e extensão – assumida exemplarmente por ocasião de um salto ou de uma partida de pólo ( onde ocorre ainda a rotação lateral do tronco ) – é mais fatigante, embora perdure por frações de segundos. Além disso, há um trabalho de alongamento e encurtamento da musculatura posterior, anterior e lateral do tronco, numa região onde está inserida grande parte da coluna vertebral.
Membros superiores
Na equitação acadêmica, estes segmentos assumem uma posição flexionada, em torno de 90°, na articulação do cotovelo (trabalho muscular estático). Enquanto no salto (transposição de obstáculos) e em outra modalidades, os membros superiores executam também a extensão (trabalho muscular dinâmico). Estão incluídas nesta região a cintura escapular, a articulação do ombro, bem como a do cotovelo. A cintura escapular fixa a articulação do ombro ao tronco, promovendo a ligação entre este e o braço.
A articulação do ombro é a articulação de maior mobilidade do corpo humano. A articulação do cotovelo estabelece a ligação móvel entre o braço e o antebraço. Os principais músculos flexores desta região são o bíceps braquial e o braquial. O principal músculo extensor é o tríceps braquial.
Punhos e mãos
Situada na extremidade do membro superior, a mão é uma “ferramenta” muito aperfeiçoada, tendo como característica principal a função de apreensão, pela ação de colaboração entre o polegar e os demais dedos, formando uma espécie de pinça.
Na prática eqüestre, há um trabalho muscular específico tanto para a fixação do punho, como para apreensão das rédeas ( trabalho isométrico ). Os músculos flexores e extensores do carpo são os principais grupos musculares localizados nesta segmento.
Quadril
O quadril é de vital importância, em todas as modalidades eqüestres, uma vez que é nessa região lombar da coluna vertebral além do músculo iliopsoas, um dos mais importantes dessa região. Além disso, é onde deve ser absorvido todo e qualquer movimento desnecessário, bem como os impactos originados pelo contato entre o cavalo e o cavaleiro. A solicitação motora, principalmente com relação à flexibilidade e ao equilíbrio, é muito grande, já que, ao estar posicionado sempre em flexão, confere maior estabilidade à posição clássica do cavaleiro.
CoxasAs coxas permanecem estáticas, tendo sua parte medial ( interna ) pousada sobre a sela. Há um trabalho proeminentemente isométrico dos músculos adutores ( daí advém a forma arqueada dos membros inferiores do cavaleiro, comumente chamado de “pernas de cowboy” ). A função estática desse grupo muscular consiste em equilibrar o peso do tronco com relação à inclinação da bacia. Os principais músculos desta região são o quadríceps crural, os adutores, o bíceps crural e os abdutores.
Joelhos
A articulação dos joelhos confere apoio firme à unidade funcional formada pela coxa e pela perna. Além disso, deve ter boa mobilidade, para executar movimentos de amplitude moderada, em flexão e extensão, trabalhando sem nenhum apoio, quer seja no cavalo ou na sela. Para a flexão desta região, os músculos posteriores da coxa, especialmente o bíceps crural, exercem função primordial.
Pernas
Este segmento é de vital importância para a fixidez do cavaleiro, na impulsão, nas mudanças de direção e nas andaduras do cavalo. O trabalho desenvolvido pelos músculos dessa região é predominantemente estático ( isométrico ), com contrações alternadas ao pressionar os flancos do animal. Os principais músculos são os gastrocnêmios e os tibiais.
Tornozelos e pésA articulação dos tornozelos, à semelhança dos joelhos, deve ser flexível para que o pé do cavaleiro se posicione de modo correto, ou seja, em flexão dorsal, e possa executar leves movimentos de extensão, flexão e rotação, de acordo com a necessidade de comandar o cavalo, além de contribuir para a absorção dos impactos.
A flexão dorsal do pé é facultada pela posição do joelho, uma vez que há menor tensão do músculo posterior da perna ( gastrocnêmio ). Os principais músculos que promovem a posição correta dos tornozelos e pés na equitação acadêmica são o tibial anterior e os extensores dos dedos.
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
biologia do cavalo
ORIGEM E EVOLUÇÃO
A investigação biológica e inúmeros descobrimentos paleontológicos evidenciam que as espécies animais conhecidas procedem de outras que evoluíram anteriormente, as quais por sua vez foram influenciadas na sua conformação, características e aptidões, de seus ancestrais.
A evolução do cavalo, cujos antepassados foram estabelecidos com aceitável segurança. A história paleontológica conduz a conclusão de que este respectivo processo iniciou-se na América, em território norte-americano, em zonas adjacentes a Wyoming e Novo México.
Normalmente outros estudiosos dividem os ancestrais, a medida que evoluíram, em quatro fases baseadas na evolução das suas patas para um só dedo, tornando-se portanto um solípede; sendo: Eohippus, Mesohippus, Merychippus e Pliohippus, este último como sendo o indiscutível solípede. Hans Henrich Isenbart, ainda em seu livro o Reino dos Cavalos, introduzia o Miohippus e Parahippus antes do Merichippus e após este Hiparion, para finalmente introduzir o Plesippus entre o Pleohippus. Isenbart ainda afirmou de que o primeiro tipo de cavalo seria descendente direto do Plesippus, denominado de Equus stenonis.
Seus descendentes imigraram ao continente Asiático através do atual estreito de Bering, numa tentativa de sobreviver às profundas mudanças climáticas e topográficas produzidas na época quaternária que extinguiram espécies animais e modificaram substancialmente as características de outras. Na gigantesca fortaleza natural da Ásia central, com planície elevada rodeada por desertos e a barreira montanhosa mais alta do mundo, a do Himalaia, os descendentes dos cavalos primitivos evoluíram lentamente, sofrendo sucessivas transformações, crescendo em tamanho e modificando a sua estrutura, em modo particular, as suas extremidades, enquanto que as éguas perderam os caninos. Em resumo, o cavalo atual segundo paleontólogos, seria um esboço final de uma evolução iniciada há mais de 60 milhões de anos.
No desenvolvimento desta evolução, expandiu-se além da Ásia, por quase toda a Europa e norte da África. Em cada ambiente, adaptou-se ao clima, solo, água e outros fatores inerentes à natureza.
Simultaneamente obrigou-se a desenvolver a sua velocidade para sobreviver aos ataques de outras espécies animais predadoras; explicando-se desta maneira, todos os estágios de sua evolução por que passou, até o cavalo atual.
Veja a árvore genealógica e a evolução estrutural do cavalo.
Fontes:
Internet
El Cavallo de carrera en el mundo- E.S. Blosson
Revista Hippus
The Nature of Horses - Stephen Budiansky
HISTORICO
O cavalo é um mamífero cuja evolução tem iniciado a cerca de sessenta milhões de anos. Estudos mostram que um animal primitivo com cerca de 25 cm de altura da família Eohippus, um ancestral do cavalo, originalmente habitando no norte da América e Europa. Depois migraram para a Ásia e daí para outros continentes. Com a evolução ganharam tamanho e sofreram mudanças pelo corpo inteiro.
O cavalo é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos eqüídeos. Todas as sete membros da família dos eqüídeos são do mesmo gênero, Equus, podendo relacionar-se entre si e produzir híbridos como as mulas.
O cavalo tem quatro longas patas, são perfeitamente adaptados a diversos esportes e jogos, como corrida, pólo, provas de equitação e até na equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).
Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para se comunicarem uns com os outros. Vivem em torno de 25 a 30 anos. Esses animais durante muito tempo tiveram um papel importante no transporte, para montaria e puxar carruagem, também nos trabalho agrícolas. Até meados do século XX, exércitos usavam os cavalos nas guerras.
No Brasil o cavalo foi introduzido em três momentos: a primeira leva veio em 1534, na Vila de São Vicente; a segunda em Pernambuco, em 1535; a terceira, na Bahia , trazidos por Tomé de Souza. Fonte de pesquisa: http://www.bussolaescolar.com.br/animais/cavalo.htm
Conhecendo um pouco mais sobre...
Essa aproximação do estudo sobre o cavalo está possibilitando um maior entendimento sobre a vida deste animal, vê que não é somente o ser humano que precisa de amor e carinho, e que esse animal corresponde a maneira no qual a tratamos, e todos temos ciclos de vidas e precisamos respeitar cada etapa.
A gestação de uma égua é de 11 meses. Já tive oportunidade de presenciar um nascimento de um potro logo depois do seu nascimento, o potro está de pé e se aconchegando à mãe para a primeira mamada. As éguas alcançam a puberdade entre 15 e 25 meses, podendo procriar com dois a três anos, embora quatro sejam mais aceitáveis. Os machos, muitas vezes, são sexualmente potentes já com um ano de idade; contudo, na domesticidade, não são usados como reprodutores antes dos três ou quatro anos. Maduro aos cinco ou seis, um cavalo pode viver 20, 30 anos e até mais.
Primeiro Ano de Vida, O jovem potro tem pernas compridas demais para o corpo, segue a cada passo da sua mãe, mesmo que ela é usada para trabalho o pequeno potro o acompanha, só mesmo se prende, a mãe e ele reagem contra a separação. O cavalo cresce na frente, estágio por estágio, à medida que envelhece. Idade Avançada
As articulações podem inchar e a circulação costuma ser menos evidente nos membros. Algumas vezes, os olhos ficam encovados e o dorso mais arqueado que o normal. Os dentes, geralmente, se gastam com a idade, dificultando a mastigação. O processo digestivo também fica comprometido, não sendo nada fácil manter o cavalo em uma condição saudável... Ouvi e vi muito o meu falecido pai fazer e falar, a primeira coisa antes de negociar um cavalo, abria a boca para verificar qual era a idade do animal, Falava também se antigo dono dava sal para o animal, hoje me deparei num texto e lembrei, para o cavalo domesticado o sal é essencial para o equilíbrio dos líquidos no organismo, protegendo-o da desidratação. O sal também tem um papel importante na estabilização do sistema nervoso, músculos e sistema digestivo. A falta de sal pode provocar a desidratação, diminuição da capacidade de trabalho e incapacidade de transpirar.
A insuficiência de sal também pode levar o cavalo a adquirir hábitos indesejáveis, como por exemplo, o de comer as fezes, numa tentativa de repor o nível de cloreto de sódio. Se lhes for dada a oportunidade para isso a maior parte dos cavalos sabe dosar adequadamente a ingestão do sal.
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A investigação biológica e inúmeros descobrimentos paleontológicos evidenciam que as espécies animais conhecidas procedem de outras que evoluíram anteriormente, as quais por sua vez foram influenciadas na sua conformação, características e aptidões, de seus ancestrais.
A evolução do cavalo, cujos antepassados foram estabelecidos com aceitável segurança. A história paleontológica conduz a conclusão de que este respectivo processo iniciou-se na América, em território norte-americano, em zonas adjacentes a Wyoming e Novo México.
Normalmente outros estudiosos dividem os ancestrais, a medida que evoluíram, em quatro fases baseadas na evolução das suas patas para um só dedo, tornando-se portanto um solípede; sendo: Eohippus, Mesohippus, Merychippus e Pliohippus, este último como sendo o indiscutível solípede. Hans Henrich Isenbart, ainda em seu livro o Reino dos Cavalos, introduzia o Miohippus e Parahippus antes do Merichippus e após este Hiparion, para finalmente introduzir o Plesippus entre o Pleohippus. Isenbart ainda afirmou de que o primeiro tipo de cavalo seria descendente direto do Plesippus, denominado de Equus stenonis.
Seus descendentes imigraram ao continente Asiático através do atual estreito de Bering, numa tentativa de sobreviver às profundas mudanças climáticas e topográficas produzidas na época quaternária que extinguiram espécies animais e modificaram substancialmente as características de outras. Na gigantesca fortaleza natural da Ásia central, com planície elevada rodeada por desertos e a barreira montanhosa mais alta do mundo, a do Himalaia, os descendentes dos cavalos primitivos evoluíram lentamente, sofrendo sucessivas transformações, crescendo em tamanho e modificando a sua estrutura, em modo particular, as suas extremidades, enquanto que as éguas perderam os caninos. Em resumo, o cavalo atual segundo paleontólogos, seria um esboço final de uma evolução iniciada há mais de 60 milhões de anos.
No desenvolvimento desta evolução, expandiu-se além da Ásia, por quase toda a Europa e norte da África. Em cada ambiente, adaptou-se ao clima, solo, água e outros fatores inerentes à natureza.
Simultaneamente obrigou-se a desenvolver a sua velocidade para sobreviver aos ataques de outras espécies animais predadoras; explicando-se desta maneira, todos os estágios de sua evolução por que passou, até o cavalo atual.
Veja a árvore genealógica e a evolução estrutural do cavalo.
Fontes:
Internet
El Cavallo de carrera en el mundo- E.S. Blosson
Revista Hippus
The Nature of Horses - Stephen Budiansky
HISTORICO
O cavalo é um mamífero cuja evolução tem iniciado a cerca de sessenta milhões de anos. Estudos mostram que um animal primitivo com cerca de 25 cm de altura da família Eohippus, um ancestral do cavalo, originalmente habitando no norte da América e Europa. Depois migraram para a Ásia e daí para outros continentes. Com a evolução ganharam tamanho e sofreram mudanças pelo corpo inteiro.
O cavalo é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos eqüídeos. Todas as sete membros da família dos eqüídeos são do mesmo gênero, Equus, podendo relacionar-se entre si e produzir híbridos como as mulas.
O cavalo tem quatro longas patas, são perfeitamente adaptados a diversos esportes e jogos, como corrida, pólo, provas de equitação e até na equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).
Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para se comunicarem uns com os outros. Vivem em torno de 25 a 30 anos. Esses animais durante muito tempo tiveram um papel importante no transporte, para montaria e puxar carruagem, também nos trabalho agrícolas. Até meados do século XX, exércitos usavam os cavalos nas guerras.
No Brasil o cavalo foi introduzido em três momentos: a primeira leva veio em 1534, na Vila de São Vicente; a segunda em Pernambuco, em 1535; a terceira, na Bahia , trazidos por Tomé de Souza. Fonte de pesquisa: http://www.bussolaescolar.com.br/animais/cavalo.htm
Conhecendo um pouco mais sobre...
Essa aproximação do estudo sobre o cavalo está possibilitando um maior entendimento sobre a vida deste animal, vê que não é somente o ser humano que precisa de amor e carinho, e que esse animal corresponde a maneira no qual a tratamos, e todos temos ciclos de vidas e precisamos respeitar cada etapa.
A gestação de uma égua é de 11 meses. Já tive oportunidade de presenciar um nascimento de um potro logo depois do seu nascimento, o potro está de pé e se aconchegando à mãe para a primeira mamada. As éguas alcançam a puberdade entre 15 e 25 meses, podendo procriar com dois a três anos, embora quatro sejam mais aceitáveis. Os machos, muitas vezes, são sexualmente potentes já com um ano de idade; contudo, na domesticidade, não são usados como reprodutores antes dos três ou quatro anos. Maduro aos cinco ou seis, um cavalo pode viver 20, 30 anos e até mais.
Primeiro Ano de Vida, O jovem potro tem pernas compridas demais para o corpo, segue a cada passo da sua mãe, mesmo que ela é usada para trabalho o pequeno potro o acompanha, só mesmo se prende, a mãe e ele reagem contra a separação. O cavalo cresce na frente, estágio por estágio, à medida que envelhece. Idade Avançada
As articulações podem inchar e a circulação costuma ser menos evidente nos membros. Algumas vezes, os olhos ficam encovados e o dorso mais arqueado que o normal. Os dentes, geralmente, se gastam com a idade, dificultando a mastigação. O processo digestivo também fica comprometido, não sendo nada fácil manter o cavalo em uma condição saudável... Ouvi e vi muito o meu falecido pai fazer e falar, a primeira coisa antes de negociar um cavalo, abria a boca para verificar qual era a idade do animal, Falava também se antigo dono dava sal para o animal, hoje me deparei num texto e lembrei, para o cavalo domesticado o sal é essencial para o equilíbrio dos líquidos no organismo, protegendo-o da desidratação. O sal também tem um papel importante na estabilização do sistema nervoso, músculos e sistema digestivo. A falta de sal pode provocar a desidratação, diminuição da capacidade de trabalho e incapacidade de transpirar.
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